ABTA Prevê base de 20 milhões de Assinantes de TV Até o Fim do Ano!

O mercado de TV paga deve fechar 2014 com 20 milhões de assinantes. A previsão é de Oscar Simões, presidente da ABTA – Associação Brasileira de TV por Assinatura. Na apresentação da ABTA 2014, evento que começa no dia 5 de agosto, em São Paulo, a associação apresentou alguns números referentes ao setor. A base de assinantes do serviço em maio deste ano era de 18,8 milhões de assinantes, um crescimento de 10,8% sobre o mesmo mês de 2013. “Um crescimento de dois dígitos é algo muito expressivo. Demonstra a força de um setor que a população efetivamente adotou”, disse Simões.

A ABTA apresentou ainda a penetração do serviço por classe social em 2013. O serviço chegava ao final de 2013 a 34% da classe C, um avanço de dez pontos percentuais em relação a 2011 e de três pontos sobre 2012. Na classe B, o serviço chegava a 65% em 2013, contra 63% em 2012 e 51%, em 2011. Já na classe A, o serviço perdeu espaço. Em 2013, 87% tinham TV por assinatura, uma queda de um ponto percentual sobre 2012, mas um avanço de nove pontos sobre 2011. “A classe C é formada por aproximadamente 30 milhões de domicílios. Se a TV paga chega a pouco mais de 1/3, são mais de 10 milhões de assinantes. A classe C já é a maioria da base de assinantes do setor”, aponta Simões.

 

Receita

A receita do setor também segue avançando. A receita operacional bruta com mensalidade, banda larga e publicidade no primeiro trimestre de 2014 foi de R$ 7,5 bilhões, uma evolução de 15,4% sobre o mesmo período de 2013.

A publicidade, aponta Simões, representa um valor entre 5% e 6%. “A publicidade não acompanhou o crescimento do setor. Em mercados maduros, o setor tem pelo menos 10% do bolo publicitário. No Brasil, o setor mordia uma fatia de pouco menos de 5% do bolo até o final de 2013. “Até abril, o meio cresceu 60,5%, enquanto o mercado todo cresceu 16%. A TV paga foi o mercado que mais cresceu em 2013”, completa o coordenador do comitê de publicidade da ABTA, Fred Muller.

Postos de trabalho

No primeiro trimestre de 2014, o total de postos de trabalho nas operadoras de TV paga era de 109.209, crescimento de 12,5% em um ano. “Não estamos contabilizando ainda o avanço na geração de conteúdo, que também cresceu muito com as cotas de programação e conteúdo brasileiro”, diz Simões.

O aumento em cinco anos no número de postos de trabalho foi de 52%. Um crescimento expressivo se comparado a outros setores, como o automotivo (21%) e de máquinas (5%) no mesmo período.

Preços

A ABTA também atualizou o índice de preços de TV por assinatura realizado em 2012 e em 2013 pela Fipe, para um conjunto de 49 países, que englobam mais de 75% do PIB mundial. A constatação é que os preços estão abaixo da média mundial. A posição do Brasil no ranking é a 30ª, sempre analisando o preço do pacote básico. “O setor é competitivo. Mesmo sem qualquer regulação, o mercado acaba sendo disciplinado pela força do consumidor”, aponta Oscar Simões.

 

FONTE DA MATÉRIA: TeleTime

Imagens: Google Imagens

Edição TAD.

 

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