Curta!: Destaques do canal de 15 a 19 de Setembro!

DESTAQUES CANAL CURTA! – DE 15 A 19 DE SETEMBRO

SEGUNDAS DA MÚSICA – 15/09

PROGRAMA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO LIVRE

CURTA! RELÂMPAGO – “O Brilho dos Meus Olhos” (filme)

Dia 15 de setembro, segunda, às 20h30

Horários alternativos: terça, à 0h30 e às 14h30 / quarta, às 8h30

Com direção de Allan Ribeiro, o documentário retrata a dura rotina de um pedreiro e sua vida sem cor. Solitário e melancólico, os olhos do trabalhador brilham quando, após o trabalho, canta karaokê para uma grande plateia. O momento de distração surge para ele como espaço de salvação e busca de sentido de vida. O documentário ganhou prêmios como Melhor Filme no Festival Internacional de Cine de Punta del Este em 2008 e Melhor Roteiro no Festival de Itu – SP em 2007.

PROGRAMA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO LIVRE

“O HOMEM QUE ENGARRAFAVA NUVENS” (documentário)

Dia 15 de setembro, segunda, às 21h

Horários alternativos: terça, às 1h e às 15h / quarta, às 9h / sábado, às 16h / domingo, às 20h

Dirigido pelo premiado Lírio Ferreira, o curta fala da trajetória do compositor Humberto Teixeira, que fez dupla com Luiz Gonzaga, criador do baião, e responsável pelos sucessos “Asa Branca” e “Adeus Maria Fulô”. Produzido pela filha Denise Dumont, o filme conta com depoimentos de figuras como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Belchior, Bebel Gilberto, Daniel Filho, Gal Costa, Lenine e Elba Ramalho. A produção ainda traz apresentações musicais de composições de Humberto, na voz de grandes cantores brasileiros. Lançado em 2009, o documentário é vencedor do melhor roteiro e som e prêmio Oscarito, da Câmara Municipal de Fortaleza, no 19º Cine Ceará.

PROGRAMA INTERNACIONAL CLASSIFICAÇÃO LIVRE ESTREIA

“ÍCONES DO JAZZ – Art Blakey” (série)

Dia 15 de setembro, segunda, às 23h

Horários alternativos: terça, às 3h e às 17h / quarta, às 11h / sábado, às 23h / domingo, às 18h30

A série americana “Jazz Icons” traz apresentações memoráveis de ícones do jazz. O episódio desta semana é dedicado a Art Blakey e exibe um concerto excepcional. Gravado em Paris, em 1965, o show apresenta uma das poucas bandas de Blakey não documentadas, a New Jazzmen, com o incomparável Freddie Hubbard no trumpete, Jaki Byard no piano, Reggie Workman no baixo, Nathan Davis no sax e, claro, Art Blakey da bateria – um quinteto poderoso! A performance incendiária de Freddie Hubbard em “Blue Moon” e a versão de 24 minutos de sua “Crisis” servem para lembrar que ele foi um dos mais inovadores trumpetistas da história do jazz.

TERÇAS DAS ARTES – 16/09

PROGRAMA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO LIVRE  ESTREIA

“FIGURAS DA DANÇA – Décio Otero” (série)

Dia 16 de setembro, terça, às 21h

Horários alternativos: quarta, à 1h e às 15h / quinta, às 9h / sábado, às 18h / segunda, às 5h30

O episódio da série de documentários dirigida por Sérgio Roizenblit e Inês Bogéa fala sobre Décio Otero. Uma das figuras mais conhecidas da dança nacional, Otero foi um dos grandes responsáveis pela guinada da dança brasileira no início da década de 1970 ao fundar o Ballet Stagium (SP), onde já formou diversos profissionais, de bailarinos e iluminadores de espaço cênico. Junto à companhia, percorreu o Brasil com coreografias que retratavam as situações do país e, com isso, fez mais de 50 trabalhos ao longo dos quase 40 anos do grupo. Otero também atuou como diretor artístico e organizador de projetos sócioeducativos em instituições e escolas.

PROGRAMA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO LIVRE

“PINDORAMA – A VERDADEIRA HISTÓRIA DOS SETE ANÕES” (documentário)

Dia 16 de setembro, terça, às 21h30

Horários alternativos: quarta, à 1h30 e às 15h30 / quinta, às 9h30 / sábado, às 14h05 / domingo, à 1h30

O Curta! exibe nesta terça-feira um documentário que retrata uma família que mora, vive e trabalha numa casa que anda. Dirigido por Roberto Berliner, Lula Queiroga e Leo Crivellare e vencedor na categoria “Melhor Filme” no 2º Festival Brasileiro de Cinema de Toronto, “Pindorama” mostra como é a vida de Charles, Zuleide, Gilberto, Cleide, Rogério, Claudio e Lobão, sete anões irmãos, descendentes do mítico palhaço Pindoba, o menor e mais engraçado palhaço do mundo. Juntos eles formam o circo Pindorama, uma trupe que circula pelo sertão nordestino, despejando alegria, risos, dando aula de fraternidade e conquistando os corações do Brasil.

PROGRAMA INTERNACIONAL CLASSIFICAÇÃO 12 ANOS

“CAROLYN CARLSON” (documentário)

Dia 16 de setembro, terça, às 23h

Horários alternativos: quarta, às 3h e às 17h / quinta, às 11h / sábado, às 12h / domingo, às 4h

O documentário retrata de forma profunda e pessoal a grande coreógrafa americana Carolyn Carlson e seu trabalho, trazendo um olhar fascinante sobre a arte da coreografia. Depois de Helsinki e Estocolmo, ela escolheu, em 2004, viver e trabalhar no norte da França. Lá ela dirige o National Dance Studio of Roubaix busca seu rico trabalho de criação, celebrado no mundo todo.

QUARTAS DO CINEMA – 17/09

PROGRAMA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO 14 ANOS  ESTREIA

A VIDA É CURTA! (2ª temporada) – “Angeli 24h” e “A Guerra dos Gibis”

Dia 17 de setembro, quarta, às 20h

Horários alternativos: quinta, à 0h e às 14h / sexta, às 8h / sábado, às 11h / domingo, às 16h

A faixa “A Vida é Curta!” desta semana fala sobre produção de quadrinhos. O primeiro curta é “Angeli 24h”, documentário de Beth Formaggini que fala sobre o cartunista Angeli e as transformações em sua obra. O filme, quevenceu os prêmios de melhor documentário na Jornada da Bahia 2011 e melhor direção de curta-metragem no Recine 2011, é centrado na sua obsessão pelo trabalho e na crise entre ser um artista da cultura pop, produzindo diariamente novas charges e tirinhas para várias mídias e, ao mesmo tempo, exigindo de si mesmo a capacidade de se renovar. Em seguida, vem “A Guerra dos Gibis”, filme de Rafael Terpins e Thiago Mendonça que documenta a criativa produção de quadrinhos eróticos no Brasil e seu momento de crise com a censura imposta pela ditadura militar.

PROGRAMA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO 10 ANOS  ESTREIA

“CINE MAMBEMBE, O CINEMA DESCOBRE O BRASIL” (documentário)

Dia 17 de setembro, quarta, às 22h

Horários alternativos: quinta, às 2h e às 16h / sexta, às 10h / sábado, às 21h / segunda, à 0h

Ganhador do Grande Prêmio de Cinema Brasil (2000) na categoria Melhor Documentário, “Cine Mambembe, O Cinema Descobre o Brasil” mostra uma viagem exibindo curtas-metragens brasileiros em praças públicas pelo interior do país. Dirigido por Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi, o Cine Mambembe passou por muitas comunidades que não tinham luz elétrica, inclusive algumas aldeias indígenas, como a dos pataxós, na Bahia, e dos kraó, em Tocantis. Do sul da Bahia aos confins da Amazônia, a maioria das pessoas assistiu ao cinema pela primeira vez e muitas delas reviram após quase 30 anos, porque em diversas cidades o cinema fechou no começo da década de 70. Com uma câmera de vídeo digital, os diretores documentaram a viagem, feita em 1997, revelando um país surpreendente, articulado, capaz de refletir sobre o mundo, absorver o conteúdo dos filmes e referencia-lo imediatamente a sua realidade.

QUINTAS DO PENSAMENTO – 18/09

PROGRAMA NACIONAL  CLASSIFICAÇÃO LIVRE

“POETA DE SETE FACES” (documentário)

Dia 18 de setembro, quinta, às 20h30

Horários alternativos: sexta, à 0h30 e às 14h30 / domingo, às 16h50 / segunda, às 8h30

O documentário de Paulo Thiago divide-se em três etapas, que correspondem às fases distintas da obra de Carlos Drummond de Andrade e caracterizam momentos de sua vida. A primeira fase, chamada “Vai Carlos, ser gauche na vida”, registra do seu nascimento em Itabira em 1902 até o final da sua “Poesia Modernista” em Belo Horizonte. Sua poesia com a marca do modernismo de 1922 numa versão mineira e a publicação dos primeiros livros “Alguma Poesia” e “Brejo das Almas”. A segunda fase, chamada “A vida apenas, sem mistificação”, começa com a mudança de Drummond para o Rio de Janeiro e vai mostrar o “poeta do seu tempo”, o momento de atuação política na vida do escritor, aliada à sua obra de crítica social. Já a terceira fase, chamada “Como ficou chato ser moderno, agora serei eterno”, do início dos anos 50 aos anos 80, a fase do poeta-filósofo, do verso enigmático, do cronista de sucesso no Correio da Manhã e no Jornal do Brasil, da glória literária sendo Drummond considerado um mestre da língua, dos prêmios homenagens e troféus, dos filmes adaptados de sua obra, dos netos que nascem e a família se prolonga e do retorno aos temas do passado e da memória.

SEXTAS DA SOCIEDADE – 19/09

PROGRAMA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO 10 ANOS 

“OS ANOS JK – UMA TRAJETÓRIA POLÍTICA” (documentário)

Dia 19 de setembro, sexta, às 20h

Horários alternativos: sábado, à 0h30 / domingo, às 5h e às 22h / segunda, às 13h30 / terça, às 7h30

Dirigido por Silvio Tendler, o documentário conta a trajetória do presidente brasileiro Juscelino Kubitschek desde sua estreia como político, passando pela construção de Brasília e indo até a perda dos direitos políticos. Lançado em 1980, durante o período da ditadura militar, o filme aborda a democracia e o desenvolvimento e conta com a participação de políticos como Tancredo Neves, Renato Archer, Magalhães Pinto e Henrique Teixeira Lott. A narração fica por conta de Othon Bastos.

No Festival de Gramado, “Anos JK” recebeu o Prêmio Especial do Júri e Melhor Montagem. No Troféu APCA, foi considerado Melhor Montagem, e ainda faturou o Troféu Margarida de Prata – CNBB, Prêmio São Saruê – FCCRJ e Prêmio de Qualidade – Concine.

PROGRAMA INTERNACIONAL CLASSIFICAÇÃO 10 ANOS ESTREIA

“MEMÓRIA PRA USO DIÁRIO” (documentário)

Dia 19 de setembro, sexta, às 22h

Horários alternativos: sábado, às 2h30 / domingo, à 0h / segunda, às 4h e às 15h30 / terça, às 9h30

O documentário de 2007 dirigido por Beth Formaggini conta a história de Ivanilda, que durante 31 anos procurou nos arquivos sinais do seu marido desaparecido político. Suas idas e vindas se trançam com as ações de militantes e parentes das vitimas da ditadura e da violência policial dos dias de hoje que vão desvelando outros fios pelas ruas e cemitérios clandestinos do Rio. Juntos, eles pertencem ao Grupo Tortura Nunca Mais /RJ e interagem entre a lembrança traumática e o esquecimento no trabalho de trazer à tona a memória de fatos recentes, revelando a seletividade da história oficial e de construir uma memória política. O curta recebeu o prêmio de melhor filme segundo o júri popular do Festival do Rio 2007.

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