Calmaria e Queda no Setor de TV POR ASSINATURA!

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O desempenho do setor de TV por assinatura no Brasil nos últimos seis anos lembra o começo de uma montanha-russa. A partir de 2009, veio a subida íngreme, com crescimento alimentado pelo aumento no consumo da classe C. Em 2015, porém, o carrinho chegou ao topo, de onde dá indícios que vai despencar.

Entre cancelamentos e novas contas, a base de TV por assinatura no Brasil em 2015 encolheu em 500 mil clientes, a maior retração (em números relativos ou absolutos) desde 1994, dado mais recente divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A TV paga se aproximou dos 20 milhões de brasileiros. Tudo indica que demorará para passar a marca. Oscar Simões, presidente da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), resume: “o ano passado foi ruim”. Pior: a situação não tem data para voltar a melhorar. Hoje  a base de assinantes de TV Por Assinatura chega próximo a 19 Milhões apenas, comparado a proximidade dos 20 milhões no ano anterior, com dados atualizados pela ANATEL (Agencia Nacional de Telecomunicações).

Os Problemas e os Principais influenciadores:

Aqui apontamos os principais “Influenciadores” pela queda de assinantes de Tv a Cabo:

-Economia/Crise                                                                                                                                                       -Serviços de Streaming (Netflix, Youtube, Apps, Iptv)                                                                         -Sinal Digital (Gratuito)

O grande culpado dessa crise é a Netflix?

Netflix (Foto: Getty Images)                                                        Netflix (Foto: Getty Images)

 

Estima-se que a Netflix tenha cerca de 4 milhões de clientes no Brasil, ou um quinto de toda a base de TV paga em quatro anos e meio de operação. Segundo as palavras do CEO, Reed Hastings, a empresa está crescendo “como um foguete” no Brasil. Nem a crise, ao que parece, é capaz de diminuir esse ritmo. “Ainda que sejam tempos econômicos apertados, isso não segurou nosso crescimento” local, disse Hastings meses mais tarde.

Muitos desses 4 milhões, sem dúvida, desistiram da TV paga. É o caso de Roberto Muricy, de 36 anos. Após 17 anos como cliente da Net, o publicitário cancelou sua assinatura em novembro. “Achava o custo elevado. De todos os 90 canais [a que tinha acesso], assistia a 4 ou 5”, diz. Agora, só usa Netflix e alguns canais disponíveis no Apple TV.

O principal motivador foi a grana? “Não, foi um conjunto. A questão financeira influenciou, mas foi basicamente falta de uso.” O único problema é que Muricy tem de se programar para ir a casas de amigos ou bares para ver os jogos do São Paulo, seu time do coração. Ele não se arrepende.

Assim como Muricy, há outros. Só não se sabe ao certo quantos. A Netflix é uma sombra sobre as operadoras de TV paga no Brasil, mas é difícil atestar o tamanho do perigo. A empresa norte-americana não divulga informações oficiais sobre quantos usuários tem no Brasil e onde eles estão.

As operadoras de TV paga, por seu lado, alegam que não perceberam cancelamentos nem downgrades (quando o cliente contrata um plano mais barato) que sejam ligados à Netflix. Mas aqui vale o mesmo argumento: é difícil aferir a veracidade da afirmação se as empresas não abrem as informações.

Reed Hastings, do Netflix (Foto: Divulgação)
Reed Hastings, CEO da Netflix: Brasil cresce “como um foguete” (Foto: Divulgação)

Um argumento usado pelas operadoras para tentar explicar por que a Netflix não é um perigo é a qualidade da banda larga no Brasil. É uma desculpa que tinha mais lastro em 2011. Quando a gigante de streaming chegou, só um quinto das conexões do país tinham mais de 2 Mbps, segundo o IBGE.

Hoje, o cenário se inverteu. Dois terços das conexões de banda larga no país são mais rápidas que 2 Mbps, segundo a Akamai, suficiente para assistir ao catálogo da Netflix (a velocidade recomendada é 1,5 Mbps). A velocidade média de conexão é um número que só aumentará nos próximos anos.

Ter Netflix, por outro lado, não significa necessariamente abandonar a TV paga: 84% dos assinantes do serviço de streaming não cancelam suas assinaturas, segundo a consultoria TDG Research. O que muda, segundo o estudo, é a probabilidade de contratar serviços extras, como pay per view(FUTEBOL,FILMES,CANAIS A LA CARTE,e ETC).

Tudo isso faz da Netflix um rival em potencial para o setor. Mas, em 2015, o maior problema foi outro. O que nos leva ao coração da questão…

O grande problema do setor é a TV por satélite

grafico_TVpaga_2 (Foto: Época NEGÓCIOS)
(Foto: Época NEGÓCIOS)

O grande problema do setor atende por três letras: DTH. Sistema mais popular de TV por assinatura no Brasil, a TV por satélite (ou DTH, sigla de “direct to home”) foi quem afundou o setor em 2015. Sua base diminuiu em 830 mil clientes no ano passado.

No Brasil, o DTH é muito usado em áreas de menor densidade, quando não é vantajoso economicamente ou fácil instalar uma rede cabeada. Em cidades assim, é mais barato que o sinal venha de um satélite.

No caso do Brasil, áreas de menor densidade são também as com menor concentração de renda, segundo Márcio Carvalho, diretor de marketing da América Móvil, dona da Net. Em outras palavras: a TV paga por DTH é muito popular entre os mais pobres, aqueles que sentem os efeitos de uma crise econômica antes de todo mundo.

O DTH pode ser bom para áreas isoladas, mas se tornou um sucesso também dentro das cidades. O modelo de mensalidade mais baixa e planos pré-pagos fez com que o DTH pegasse no Brasil, razão pela qual você vê dezenas de antenas parabólicas cinzas com o logo das operadoras penduradas em janelas de prédios por aí.

Parte do sucesso veio a partir de 2010, com a ascensão da classe C. Para aproveitar essa onda, operadoras lançaram seus serviços DTH, como a Claro TV em 2012 (a partir de uma repaginada do Via Embratel), o Vivo DTH em 2010 (a partir de um serviço semelhante da Telefônica de 2007) e o Oi TV em 2014. Quem já os oferecia, como a Sky desde 1996, cresceu bastante.

O crescimento alto, porém, parou nos últimos dois anos e começou a desacelerar. Em 2015, tão rápido quanto cresceu, o setor passou a despencar.

Antenas offset, as chamadas mini antenas parabólicas (Foto: Reprodução/YouTube)
(Foto: Reprodução/YouTube)

A campeã no quesito foi a Claro TV, que fechou 2015 com 650 mil assinantes a menos, ou quase um quinto da sua base. O resultado foi tão ruim que arrastou os resultados da América Móvil no setor. A Net, outra operação do conglomerado em TV paga, ganhou 365 mil clientes no ano, mas a situação da Claro TV eclipsou o bom desempenho. Em 2016, o cenário continuará assim, para Carvalho: a Claro TV perdendo clientes DTH e a Net ganhando no cabo.

Logo atrás aparece a Sky, com 199 mil assinantes a menos. Procurada, a Sky não quis falar para esta reportagem. Em terceiro ficou a Oi TV, com menos 134 mil clientes. A queda é resultado de uma estratégia azarada da Oi. Após anos fora do setor, a empresa lançou sua Oi TV em março de 2014. Com um preço agressivo, a operadora conseguiu fechar aquele ano como líder em adição de clientes. Em 2015, a estratégia mudou: a Oi aumentou os preços e apostou em convergência. Foi um ano, segundo Bernardo Winik, diretor de varejo da Oi, de transição. A prioridade passou a ser pacotes de TV paga atrelados a conexões de banda larga e linhas telefônicas, o que o mercado chama de triple-play. “O cliente que só queria TV ia pagar mais caro do que se contratasse [o serviço] junto ao combo”, diz. O aumento de preço aliado à crise econômica resultou na perda dos clientes mais pobres.

É esse público que representa um perigo maior que a Netflix, em curto prazo, às operadoras. Quando a situação econômica aperta e as contas em casa começam a atrasar, a TV paga é um dos primeiros cortes.

Alguns estados ganharam novos clientes. Mas não são os que você acha

Gráfico TV paga 3 (Foto: Época NEGÓCIOS)Os números são porcentagens de variação na base de TV paga (Foto: Época NEGÓCIOS)

A teoria de Carvalho, da América Móvil, sobre a popularidade do DTH em estados mais pobres pode ser vista no mapa acima. Nele, estão os estados que mais ganharam e mais perderam clientes de TV paga, em comparação ao tamanho da sua base do serviço. Quem puxa a lista é o Amapá (perda de 14,87% da base), seguido por Alagoas (11,50%), Roraima (10,05%), Rondônia (9,21%), Tocantins (9,14%) e Mato Grosso (6,63%). Nesses estados, quanto mais vermelho, pior. Dos dez estados que mais perderam base relativa, nenhum está no Sudeste ou no Sul.

Os únicos quatro estados que ganharam clientes em relação ao tamanho da base no ano passado, pintados de verde-claro, também não fazem parte das regiões Sul/Sudeste. Menor estado do Brasil, o Sergipe puxa a fila (aumento de 9,79% na base), seguido por Amazonas (3,61%), Piauí (1,25%) e Distrito Federal (0,2%).

Se considerarmos só as conexões físicas, o mercado cresceu em 2015
Como contrapeso à queda abrupta do DTH, 2015 não foi um ano tão ruim para as conexões físicas. O sistema a cabo ganhou 296 mil assinantes, e a fibra óptica (conhecida no setor como o Fiber to the Home, FTTH) ganhou 75 mil, graças a serviços como o Vivo Fibra.

Em números absolutos, quem teve o melhor resultado em número de novos clientes foi a Net (365 mil a mais). Mas os péssimos resultados da Claro TV a soterraram e fizeram com que a América Móvil, dona de ambos os negócios, encerrasse o ano no vermelho. A Vivo ganhou 129 mil clientes e não teve outro serviço que a puxasse, o que mostra um desempenho melhor. “Investimos muito em alta definição. Isso ajudou muito”, diz Ricardo Sanfelice, vice-presidente da Vivo.

Não à toa, as duas empresas têm negócios sólidos de banda larga. “Nossa estratégia de banda larga, da GVT ou da Vivo com fibra óptica, ajuda a alavancar o de TV por assinatura”, diz Sanfelice. Um negócio puxa o outro. Resultado: em receita, a TV da operadora espanhola (aumento de 22,6%) cresceu mais que a banda larga (11,7%).

As vantagens de vender combos (com TV, internet e telefone), e não serviços separados, são claras: a margem de lucro é maior e a probabilidade que o cliente vá cancelar o serviço frente a qualquer instabilidade econômica é menor. “A hora em que coloco a TV dentro de um combo, a taxa de desligamento cai 50%”, diz Winik, da Oi. A operadora aprendeu na prática a amarga lição em 2015.

TV por assinatura parece um gasto sensível a crises econômicas

Gráfico TV paga 4 (Foto: Época NEGÓCIOS) (Foto: Época NEGÓCIOS)

Antes de 2015, a base de TV paga só tinha caído em outro ano desde 1994: 2002. Foi o ano da eleição presidencial que levaria Luís Inácio Lula da Silva ao seu primeiro mandato. O Brasil enfrentou uma crise de desconfiança que descambou para a disparada cambial.

Há duas explicações para a crise. Por um lado, o mercado financeiro via com receio as medidas econômicas que Lula tomaria ao ser empossado. Por outro, economistas como Luiz Carlos Bresser-Pereira alegavam que o problema eram as semelhanças que a economia brasileira demonstrava com a argentina, então atravessando uma das suas piores crises econômicas.

Em dez meses, o capital estrangeiro fugiu do país e a bolsa caiu 31,8%. O dólar disparou 56,24% e chegou a R$ 3,99, maior cotação até 2015. No fim das contas, a crise não impediu que o PIB crescesse 1,52%. Mas, frente às incertezas, muitos brasileiros cancelaram sua assinatura de TV paga. A base começou 2013 com 50 mil clientes a menos.

É um filme que se repetiu em 2015, com intensidade maior. A crise econômica, segundo as empresas do setor, é o grande culpado pela tropeçada. Muitos brasileiros, com a retração na economia brasileira e o aumento no desemprego, cancelaram seus planos de TV por assinatura.

A queda pegou o setor de surpresa. Há um ano, a ABTA estimava que, em dezembro de 2015, 19,9 milhões de brasileiros contariam com o serviço em suas casas, o mesmo número de janeiro. “A notícia boa, se é que há notícia boa, é que a queda foi menor que a média da economia (2,68% ante 3,8%, na ordem)”, diz o presidente Simões.
Mas o setor já tinha desacelerado antes da crise…

Gráfico TV paga 5 (Foto: Época NEGÓCIOS) (Foto: Época NEGÓCIOS)

Voltar a crescer não será tarefa simples. A explicação vai além do cenário econômico. Há uma tendência de desaceleração no crescimento do setor, que começou quando a economia ainda não dava indícios de recessão.

A partir de 2013, o crescimento no número de conexões de TV por assinatura, que vinha estável nos quatro anos anteriores, começou a cair. No ano passado, a variação virou negativa. Em outras palavras, o mercado passou a encolher.

O péssimo momento deverá continuar em 2016. Segundo Simões, da  ABTA, mais brasileiros deverão cancelar suas contas de TV por assinatura neste ano. Quantos, ele ainda não sabe. É uma impressão compartilhada com a maioria das operadoras.

Agora resta saber até quando esse crescimento a queda desenfreado no serviços de TV POR ASSINATURA vai se repercutir? oque restá é acompanhar e estar a tento ao mercado sempre pesquisando e comparando as melhores opções ok?! e o TAD te mantem informado c e por dentro de todas as novidades do setor!

Fonte colaborativa: Época Negócios, Anatel.

 

 

Dia da Migração: É o fim!, GVT passa agora a se chamar VIVO!

Oficialmente a marca GVT deixa de existir nesta sexta-feira, dia 15 de abril, para se tornar unicamente Vivo. A Telefónica já iniciou a nova fase de sua estratégia comercial no Brasil, com a adoção de “Vivo” como a única marca nacional. A partir de agora ela será utilizada para identificar todos os serviços oferecidos pela empresa: telefonia e internet móveis, banda larga e telefonia fixa, TV paga e serviços digitais.

A operadora passa a usar a assinatura “Viva Tudo”, representando a ampliação de possibilidades que as conexões e a vida digital oferecem. Leia também: Tudo o que você precisa saber sobre a franquia de internet A integração com a GVT possibilitou à Vivo oferecer nacionalmente, além de telefonia móvel, outros três serviços: banda larga, TV paga e telefonia fixa. Com isso a operadora diz consolidar sua atuação com oferta completa. Além de ofertar um portfólio 3P (banda larga, telefonia fixa e TV paga) nacional integrado ela prepara o lançamento de ofertas 4P (que incluem celular) e serviços digitais.

Para a junção das duas marcas a operadora empregou recursos da ordem de R$ 25 milhões, que foram investidos em mudança de uniformes, frota, material de vendas, equipamentos, fachadas além de operações pontuais de TI e engenharia. “Trabalhamos muito para que a união das empresas realmente trouxesse valor para clientes, colaboradores, acionistas e ao País, que vai receber mais investimentos, já que nos tornamos uma empresa mais forte e capitalizada”, afirma o CEO e Presidente da Telefônica Vivo, Amos Genish. O executivo aponta que a integração também foi fundamental para tornar a Vivo ainda melhor preparada na direção do futuro. “Estamos preparados para liderar o mercado de serviços digitais, com uma proposta de valor 5P, tornando os aplicativos elementos de diferenciação de nosso portfólio 3P e 4P. E investiremos mais em serviços digitais que facilitem a vida dos nossos clientes”, acrescenta. Quais serão os benefícios aos clientes? Conforme a operadora, a qualidade do serviço está no centro da integração. Presente em 159 cidades, a rede de fibra óptica da GVT será utilizada para aumentar a capacidade da rede móvel da Vivo.Até agora, mais de 24% das torres de transmissão móveis foram conectadas por fibra ótica, o que reflete na qualidade do serviço prestado.

O plano é ampliar este percentual para 30% até o final de 2016. Além disso, 67 rotas de backbone, redes de longa distância que interligam diferentes estados, já foram compartilhadas. Mais de 3.300 links alugados foram migrados para a rede própria, garantindo maior controle e confiabilidade. Ao todo, a rede de fibra óptica da Vivo está presente em 186 cidades, com 16,7 milhões de lares conectados que podem contratar serviços de ultrabanda larga e de TV paga por meio de fibra. No Estado de São Paulo, a rede fixa predominantemente de cobre será parcialmente substituída por fibra ótica que permite oferecer ultravelocidades de banda larga de até 100Mbps.

O objetivo, segundo a empresa, é conectar em 2016, 2,7 milhões de domicílios a este novo modelo de rede. Com uma rede nacional mais robusta, a Vivo ampliou sua capacidade de atendimento também para clientes corporativos. A Vivo Empresas oferece soluções em áreas como segurança digital e cloud computing – grandes prioridades da companhia para o mercado empresarial, além de conectividade para que o cliente aproveite as oportunidades, inove e ganhe mais produtividade.

Investimento no portfólio 3P A Vivo quer impulsionar a venda de seus serviços 3P, com isso pretende oferecer preços mais acessíveis para aqueles consumidores que optarem por pacotes completos de serviços, adquirindo planos que incluam banda larga, telefonia fixa e TV Paga. Este movimento já ocorre desde junho do ano passado, quando as primeiras lojas da marca passaram a vender os serviços integrados. Mas a ideia é que até o final deste ano o número de pontos de venda que comercializam este tipo de serviço subam de 156 para 701 lojas.

Plano de Qualidade A Vivo lançou em julho do ano passado o Plano Qualidade. Ele visa criar um processo de transformação e melhoria contínua da empresa, buscando entender as necessidades dos clientes, identificar indicadores, definir metas e estabelecer um compromisso com toda a organização. A empresa ressalta que com o plano, são acompanhadas as etapas de vendas, ativação, funcionamento, faturamento, atendimento, suporte técnico e cancelamento. Para cada uma, são priorizadas as principais necessidades dos consumidores que necessitam serem atendidas.

A Vivo afirma que atualmente, estão em andamento 118 ações focadas na melhoria da experiência do cliente, sendo que mais de 30 já estão implementadas. Como resultado, em dezembro de 2015, seis meses depois do início do Plano de Qualidade, a Vivo alcançou a melhor nota do Índice de Satisfação do Cliente (ISC) dos últimos 30 meses: 7,39 – alta de 0,33 frente a dezembro de 2014. O ISC é uma metodologia global da Telefónica usada para avaliar a satisfação do cliente de cada operadora do grupo no mundo. O índice é apurado por equipes do Datafolha, Ibope, TNS em cada local e avalia a satisfação dos assinantes com as empresas do grupo Telefónica e dos principais concorrentes. Com a integração das empresas Vivo e GVT, a marca visa a construção de uma nova cultura, única e compartilhada entre os funcionários, elementos que também são fundamentais para o Plano de Qualidade. Para isso estão sendo realizados diversos treinamentos com funcionários, que objetivam a capacitação metodológica em ferramentas focadas no diagnóstico e na solução de problemas de forma mais contínua e sustentável, contribuindo para a maior satisfação dos clientes. Desde março, as equipes das áreas de volume em Serviços ao Cliente, Vendas e Atendimento ao Cliente passaram a receber treinamentos sobre temas relacionados a projetos de integração, unificação da marca, novo portfólio de produtos e mudanças sistêmicas.

A Vivo também tomou a decisão estratégica na área de call center de manter a força de atendimento própria voltada para o relacionamento com o cliente que contrata serviços de maior complexidade e sofisticação, como ultrabanda larga, pacotes de dados nos planos pós-pagos de telefonia móvel e TV por assinatura. A empresa adotará um sistema misto, com centrais próprias e terceiras atendendo segmentos específicos, mas seguindo um padrão único de qualidade que será determinado pelas centrais de atendimento formadas por colaboradores diretos. Para isso, a companhia planeja contratar mais 2 mil operadores de atendimento até 2017, atingindo uma equipe própria de 6,5 mil colaboradores.

Enquanto isso… Na contramão de tantos projetos visando a melhor experiência de atendimento aos clientes, está a decisão da Vivo em impor franquias limitas na internet do tipo ADSL e fibra óptica. Embora a operadora afirme que esta é uma tendência mundial e que visa uma melhor distribuição na internet, onde quem utiliza mais, paga mais pelo serviço, os usuários não estão satisfeitos com a medida e contam com apoio de órgãos de defesa do consumidor, como a PROTESTE e o Prodecon que não apoiam a mudança no modelo de cobrança. Experimentos como este aqui, mostram que mesmo quem utiliza a internet de forma leve, apenas para navegação e redes sociais e pouco acesso à serviços de streaming atingem com facilidade o limite, dependendo do plano contratado. De fato, alguns países como os Estados Unidos adotam franquias limitas, porém, o limite de dados é maior e os valores mensais são mais baixos. A Comcast, maior provedora de internet do país, possui planos de 300GB, cerca de 2,5 vezes o limite máximo ofertado pela Vivo e pela Oi, por preços ainda menores que os brasileiros.

Fonte: oficinadanet

Vivo irá substituir nome GVT em Abril/2016!

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Após a aquisição da Operadora GVT, a Vivo irar destituir de vez o nome GVT para o atual nome da Operadora, fazendo-se assim uma única rede para todas as operações.

O Mesmo aconteceu com aquisição da Telefônica e TVA, devido a junção das operadoras a Vivo com maior nome no País decidiu manter um único nome para todas suas operações.

 

Vivo em Busca de nova Sede e Planeja realizar o “fim” da GVT para 2016!

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A fusão da Vivo com a GVT terá um símbolo importante, que representa menos ostentação e foco maior em resultados. Fisicamente, a sede da empresa mudará. Amos Genish, CEO da companhia, explica que o prédio atual, na região da Berrini, em São Paulo, tem oferecido difícil acesso a funcionários (a avenida é uma das mais congestionadas da capital paulista), além de aluguel elevado. “Hoje há propostas melhores”, disse. O executivo está buscando uma nova sede, mas garante que o próximo local abrigará os mesmos 5 mil funcionários atuais, negando haver corte no quadro profissional.

Ao completar um ano, a incorporação da GVT pela Telefônica/Vivo começará a entrar em fase final. Segundo o presidente da companhia, a partir de 1º de abril do ano que vem, a companhia passará a adotar a marca Vivo para todos os serviços. E a convergência completa em contas de serviços para o consumidor deverá acontecer em outubro.

As ofertas, contudo, já começam a convergir. O cross-selling com serviços móveis da Vivo já começou para os clientes da GVT. Além disso, a migração de infraestrutura alugada para a recém-adquirida já começou.

O líder da operadora espera que até 2016 a Telefônica consiga capturar as sinergias com a GVT, incluindo unificação de todo o sistema de TI e mudança de qualidade de nível de serviço de campo. Amos Genish promete para o ano que vem um novo portfólio “com bastante inovações” e mais ênfase em produtos quadplay com o serviço móvel atrelado. “Acho que, com isso, vamos poder ver as combinações que vão entregar resultados que prometemos ao mercado financeiro”, declara.

*Com Informações de BRUNO DO AMARAL (Convergecom).

GVT lança serviço Básico de Tv Por Assinatura via DTH sem o atual Híbrido!

GVT lançará planos de TV com tecnologia DTH, sem o modelo híbrido!, atualmente a GVT possui um serviço de TV por assinatura bem interessante: ele é ofertado através de uma tecnologia híbrida, utilizando satélites e também se conectando à rede fixa de internet da operadora. Como isso utiliza a banda larga do cliente, a operadora resolveu lançar planos mais simples de TV para quem não quer prejudicar sua experiência com a internet, utilizando apenas a tecnologia DTH.

Existem apenas dois pacotes de TV que contemplam a tecnologia DTH: é o Básico HD DTH, que custa R$ 69,90 e o Ultra HD DTH, que custa R$ 99,90, ambos no combo com telefone e internet. Para quem quiser assinar apenas a TV, os valores saem por R$ 99,90 e R$ 129,90, respectivamente. Os planos com tecnologia híbrida continuarão existindo, embora existam novas restrições: o Ultra HD Híbrido, por exemplo, só poderá ser comercializado para clientes que possuam a banda larga da operadora com velocidade de pelo menos 25 Mb/s.

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O serviço de TV DTH é bem mais simples que o híbrido. Quem escolher a opção mais barata não poderá desfrutar de interatividade, aplicativos (no modo híbrido da GVT TV, o set-top-box é capaz de acessar redes sociais e até mesmo YouTube), serviço de gravação, On Demand e até mesmo serviços geniais, como o Outra Chance, que permite assistir programas de TV que já foram exibidos anteriormente na programação das emissoras.

Outro ponto fraco do serviço DTH é que o cliente não terá acesso aos canais de TV aberta em HD, uma vez que o set-top-box para essa modalidade não é capaz de receber os sinais digitais abertos, algo que é possível no receptor do modelo híbrido e das principais operadoras concorrentes.

Apesar dessa nova modalidade não exigir conexão com a banda larga, a GVT só irá comercializar o serviço de TV com a tecnologia DTH onde a operadora atua com seus serviços de telefonia fixa e banda larga. Isso certamente se trata de uma questão de estratégia, uma vez que o foco da operadora é que os clientes sejam assinantes dos três serviços.

Anatel Divulga novos dados do Mercado de TV Paga, Claro HDTV teve o Pior Desempenho!

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou nesta quinta-feira, dia 29 de janeiro, o resultado do mercado de televisão por assinatura no país referente ao mês de dezembro. O Brasil fechou dezembro de 2014 com 19,58 milhões de acessos de TV paga, um crescimento de 7,6% em relação a janeiro do mesmo ano.

Apesar do crescimento, o mês de dezembro foi ruim para uma das empresas do grupo TELMEX/Embratel. De acordo com os dados divulgados pela Anatel, a Claro hdtv teve uma redução de pouco mais de 395 mil assinaturas ao longo do mês. Em novembro, a operadora totalizou 3.778.252 assinantes. Já em dezembro este número caiu para 3.382.614.

NET, Oi, GVT e Vivo foram as empresas que mais cresceram em dezembro de 2014. O grupo Oi teve um acréscimo de 98.164 assinaturas. A GVT cresceu 10.951 acessos. Já a Vivo fechou o mês com 10.255 novos assinantes. A NET teve um aumento de 76.506 novas assinaturas.

2015: As Mudanças no setor e as novidades que estão por vir!

Mais um ano novo que chega e claro que com ele grandes mudanças, e muitas novidades poderemos acompanhar durante mais um ano! São chegadas de novos Canais, Operadoras, grandes fusões, novas tecnologias, novos serviços, e novos alcances e expansões podemos aguardar de 2015! E pra começar fizemos um balanço das últimas mudanças no setor de TV POR ASSINATURA VEJA:

1º A SUBSTITUIÇÃO/SAÍDAS E ENTRADA DE NOVOS CANAIS:

VH1 BRASIL: O CANAL DEDICADO 100% A MÚSICA É SUBSTITUÍDO E RETIRADO DAS GRANDES OPERADORAS COMO POR EXEMPLO: A SKY, CLARO, VIVO, OITV, E NET. Porem apenas a NET, ainda possui sua Versão em HD e apenas a ALGAR TV (CTBC) possui sua versão SD no Brasil.

PARAMOUNT CHANNEL: Com a saída do VH1 as operadores aproveitam para dar entrada no novo canal PARAMOUNT CHANNEL com versões em SD E HD.

MAX HD é Renovado para MAX UP: aproveitando as grandes mudanças para um novo ano a HBO LATIN AMERICA, aproveita para relançar o MAX HD para MAX UP, com novo designe, novos filmes e novidades para mais um ano! a estratégia foi muito inteligente, afinal o Antigo MAX HD também tinha sua versão SD, e estranhamente como chamar um canal SD com HD no nome?! MAX UP chega pra fazer diferença e com grande pique de novidades!

MGM CHANNEL enfraquece no Setor e pode ser extinto no Brasil: O Canal MGM que antes era exclusivo da NET, chegou a novos alcances, o mais importante foi a entrada do canal na SKY e GVT, porém o ano de 2014 não foi muito bom para o canal, sendo pouco explorado por anunciantes e patrocinadores devido ao seu pouco interesse de público e sem muitas novidades em sua grade, o canal foi retirado da grade de sua maior operadora a NET e logo depois pela GVT e agora exibido apenas pela SKY, resta saber até quando!.

TELECINE CULT Ganha sua tão esperada versão em HD: A Rede TeleCine finalmente lançou a versão do seu único canal que faltava em HD o TC CULT, fechando assim o ano de 2014 como a sua maior novidade da Rede. Ainda é cedo para vermos os todos os Clássicos exibidos no Canal em Full HD, porém os mais populares já fizeram a estreia no canal em Alta Definição Full HD.

FX, FOX, E NATGEO estreiam sua versão HD: Eles são Populares, chamativos e os mais aguardados em sua versão HD, finalmente a FOX LATIN AMERICA lançou o FX HD, e separou o FOX/NATGEO que antes era um único canal HD para exibição de dois canais, agora cada um possui sua versão em HD, o que deixou seu público mais tranquilo e satisfeito!

DISCOVERY TURBO Chega com sua versão HD: A Discovery NETWORK, trouxe para o Brasil mais um canal de sua família em HD o D.TURBO sendo lançado apenas pela SKY e depois pela NET.

FOX SPORTS 2: Devido ao grande alcance e sucesso de seu único canal Esportivo a FOX Latin America decidiu lançar mais uma versão do famoso FOX SPORTS assim expandindo sua grade de programação, com novos campeonatos e até documentários e programas esportivos, o canal FOX SPORTS 2 pode ser encontrado nas grandes operadoras, como a NET, SKY, OITV, VIVO e CLARO TV.

A SAÍDA DO CANAL GLITZ da SKY:  Uma das maiores operadoras do Brasil a SKY decidiu retira-lo de seu Line-up, o canal hoje possui grandes chances de ser Extinto, devido ao pouco interesse de público e de patrocínio o jeito é ficarmos atento pois 2015 está só começando…

SKY Fecha 2014 com o maior  Lançamento do Ano: 13 novos Canais! Pode parecer um numero pequeno mas esse foi o maior Lançamento dos últimos 2 ANOS, a SKY maior operadora de TV via Satélite do país, fechou 2014 com lançamento de 13 novos canais, sendo 12 em HDTV confira: a maior novidade é o Lançamento exclusivo no Brasil dos canais Food Network HD (292) e Sundance Channel HD (268) que chega com exclusividade pela SKY, Passam ainda a fazer parte do line-up: Discovery Turbo HD (canal 223), Disney Jr HD (canal 295), ESPN HD (canal 229), Fox Sports 2 HD (canal 226), FX HD (canal 247), HBO Plus HD (canal 273), Maxprime HD (canal 279), NAT GEO HD (canal 251), Telecine Cult HD (canal 266) e Viva HD (canal 235). O esportivo Fox Sports 2 também entra na grade em versão SD (canal 26).

O QUE ESPERAR DE NOVO EM 2015?: o ano promete muitaaaas novidades as mais aguardadas é o Lançamento dos novos satélites da CLARO TV, e da SKY, onde as duas estão limitadas a estreiar novos canais sem o aparato de um novo satélite para agregar espaço e trazer para os assinantes novidades tanto de canais, quanto de tecnologia. Ainda é possivel prever este ano mais uma fusão entre as empresas VIVO e GVT que agora pertencem ao mesmo grupo de Acionistas, além disso podemos aguardar a chegada de novas operadoras e muitas brigas pela frente, como por exemplo a DISH TV, e a esperada estreia da TIM HDTV ou Não!

AGORA É SÓ AGUARDAR: Enfim serão mais um ano de grandes mudanças para melhor ou infelizmente pra pior com as futuras saídas e substituições! mas não podemos ficar mais ansiosos com a chegada mesmo dos novos satélites da Claro e da SKY que promete muitaaaas coisas boas para este ano! então vamos aguardar e claro ficar sempre conectado aqui mesmo no TV A CABO E DIGITAL pois não deixaremos passar nada, a cada novidade é um Post! se liga tbm no nosso TWITTER no @TVACABOEDIGITAL ou assine nossa Newsletters na parte superior direita do site ok! e Até Breve!!!