Clientes NET e CLARO agora tem acesso aos serviços ON DEMAND! da TURNER!

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Os serviços VOD (Videos On Demand) o TV Everywhere (TVE) da Turner do Brasil – CN GO (Cartoon Network), TNT GO, TNT Séries GO e Space GO- já estão disponíveis para clientes das operadoras Net e Claro HDTV (América Móvil).

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Com acesso liberado por meio de tablets, computadores e smartphones, os assinantes podem assistir aos canais ao vivo, via streaming, e ainda escolher conteúdo em VOD. Para acessar as plataformas de TVE da Turner o cliente precisa ter os canais em seu pacote de TV por assinatura e de um login e senha (os mesmos que já utiliza para gerenciar sua conta no site da NET e Claro HDTV).

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Além das plataformas GO, outra grande novidade é a disponibilidade dos conteúdos dos canais Cartoon Network, TNT, TNT Séries e Space no NOW, serviço de VOD exclusivo das operadoras.

“Queremos entregar aos nossos assinantes as melhores opções de entretenimento para assistir quando e onde quiserem. A parceria com a Net e com a Claro HDTV nos permite oferecer, por meio das nossas plataformas de TV Everywhere e do NOW, mais uma oportunidade aos fãs dos nossos canais de assistir seus programas favoritos, em múltiplas telas”, afirma em comunicado Anthony Doyle, vice-presidente de Vendas Afiliadas da Turner do Brasil.

Fonte: NEXTV

1º Programa do TAD no AR! e Mais Confira!

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Conforme comunicamos aqui no site sobre a evolução do nosso “Canal” agora no Youtube! É com Exclusividade que anunciamos aqui em primeira mão nosso 1ºPrograma do Canal Assista, interaja com comentários, curta e se inscreva-se para não perder nenhuma novidade!

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*Agradecimento pela  participação de Welson Pereira, dentre os comentários de Streaming, e Rogue One!

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Em Breve Novos Vídeos! Toda Sexta Feira ás 21hs da Noite!

Calmaria e Queda no Setor de TV POR ASSINATURA!

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O desempenho do setor de TV por assinatura no Brasil nos últimos seis anos lembra o começo de uma montanha-russa. A partir de 2009, veio a subida íngreme, com crescimento alimentado pelo aumento no consumo da classe C. Em 2015, porém, o carrinho chegou ao topo, de onde dá indícios que vai despencar.

Entre cancelamentos e novas contas, a base de TV por assinatura no Brasil em 2015 encolheu em 500 mil clientes, a maior retração (em números relativos ou absolutos) desde 1994, dado mais recente divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A TV paga se aproximou dos 20 milhões de brasileiros. Tudo indica que demorará para passar a marca. Oscar Simões, presidente da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), resume: “o ano passado foi ruim”. Pior: a situação não tem data para voltar a melhorar. Hoje  a base de assinantes de TV Por Assinatura chega próximo a 19 Milhões apenas, comparado a proximidade dos 20 milhões no ano anterior, com dados atualizados pela ANATEL (Agencia Nacional de Telecomunicações).

Os Problemas e os Principais influenciadores:

Aqui apontamos os principais “Influenciadores” pela queda de assinantes de Tv a Cabo:

-Economia/Crise                                                                                                                                                       -Serviços de Streaming (Netflix, Youtube, Apps, Iptv)                                                                         -Sinal Digital (Gratuito)

O grande culpado dessa crise é a Netflix?

Netflix (Foto: Getty Images)                                                        Netflix (Foto: Getty Images)

 

Estima-se que a Netflix tenha cerca de 4 milhões de clientes no Brasil, ou um quinto de toda a base de TV paga em quatro anos e meio de operação. Segundo as palavras do CEO, Reed Hastings, a empresa está crescendo “como um foguete” no Brasil. Nem a crise, ao que parece, é capaz de diminuir esse ritmo. “Ainda que sejam tempos econômicos apertados, isso não segurou nosso crescimento” local, disse Hastings meses mais tarde.

Muitos desses 4 milhões, sem dúvida, desistiram da TV paga. É o caso de Roberto Muricy, de 36 anos. Após 17 anos como cliente da Net, o publicitário cancelou sua assinatura em novembro. “Achava o custo elevado. De todos os 90 canais [a que tinha acesso], assistia a 4 ou 5”, diz. Agora, só usa Netflix e alguns canais disponíveis no Apple TV.

O principal motivador foi a grana? “Não, foi um conjunto. A questão financeira influenciou, mas foi basicamente falta de uso.” O único problema é que Muricy tem de se programar para ir a casas de amigos ou bares para ver os jogos do São Paulo, seu time do coração. Ele não se arrepende.

Assim como Muricy, há outros. Só não se sabe ao certo quantos. A Netflix é uma sombra sobre as operadoras de TV paga no Brasil, mas é difícil atestar o tamanho do perigo. A empresa norte-americana não divulga informações oficiais sobre quantos usuários tem no Brasil e onde eles estão.

As operadoras de TV paga, por seu lado, alegam que não perceberam cancelamentos nem downgrades (quando o cliente contrata um plano mais barato) que sejam ligados à Netflix. Mas aqui vale o mesmo argumento: é difícil aferir a veracidade da afirmação se as empresas não abrem as informações.

Reed Hastings, do Netflix (Foto: Divulgação)
Reed Hastings, CEO da Netflix: Brasil cresce “como um foguete” (Foto: Divulgação)

Um argumento usado pelas operadoras para tentar explicar por que a Netflix não é um perigo é a qualidade da banda larga no Brasil. É uma desculpa que tinha mais lastro em 2011. Quando a gigante de streaming chegou, só um quinto das conexões do país tinham mais de 2 Mbps, segundo o IBGE.

Hoje, o cenário se inverteu. Dois terços das conexões de banda larga no país são mais rápidas que 2 Mbps, segundo a Akamai, suficiente para assistir ao catálogo da Netflix (a velocidade recomendada é 1,5 Mbps). A velocidade média de conexão é um número que só aumentará nos próximos anos.

Ter Netflix, por outro lado, não significa necessariamente abandonar a TV paga: 84% dos assinantes do serviço de streaming não cancelam suas assinaturas, segundo a consultoria TDG Research. O que muda, segundo o estudo, é a probabilidade de contratar serviços extras, como pay per view(FUTEBOL,FILMES,CANAIS A LA CARTE,e ETC).

Tudo isso faz da Netflix um rival em potencial para o setor. Mas, em 2015, o maior problema foi outro. O que nos leva ao coração da questão…

O grande problema do setor é a TV por satélite

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(Foto: Época NEGÓCIOS)

O grande problema do setor atende por três letras: DTH. Sistema mais popular de TV por assinatura no Brasil, a TV por satélite (ou DTH, sigla de “direct to home”) foi quem afundou o setor em 2015. Sua base diminuiu em 830 mil clientes no ano passado.

No Brasil, o DTH é muito usado em áreas de menor densidade, quando não é vantajoso economicamente ou fácil instalar uma rede cabeada. Em cidades assim, é mais barato que o sinal venha de um satélite.

No caso do Brasil, áreas de menor densidade são também as com menor concentração de renda, segundo Márcio Carvalho, diretor de marketing da América Móvil, dona da Net. Em outras palavras: a TV paga por DTH é muito popular entre os mais pobres, aqueles que sentem os efeitos de uma crise econômica antes de todo mundo.

O DTH pode ser bom para áreas isoladas, mas se tornou um sucesso também dentro das cidades. O modelo de mensalidade mais baixa e planos pré-pagos fez com que o DTH pegasse no Brasil, razão pela qual você vê dezenas de antenas parabólicas cinzas com o logo das operadoras penduradas em janelas de prédios por aí.

Parte do sucesso veio a partir de 2010, com a ascensão da classe C. Para aproveitar essa onda, operadoras lançaram seus serviços DTH, como a Claro TV em 2012 (a partir de uma repaginada do Via Embratel), o Vivo DTH em 2010 (a partir de um serviço semelhante da Telefônica de 2007) e o Oi TV em 2014. Quem já os oferecia, como a Sky desde 1996, cresceu bastante.

O crescimento alto, porém, parou nos últimos dois anos e começou a desacelerar. Em 2015, tão rápido quanto cresceu, o setor passou a despencar.

Antenas offset, as chamadas mini antenas parabólicas (Foto: Reprodução/YouTube)
(Foto: Reprodução/YouTube)

A campeã no quesito foi a Claro TV, que fechou 2015 com 650 mil assinantes a menos, ou quase um quinto da sua base. O resultado foi tão ruim que arrastou os resultados da América Móvil no setor. A Net, outra operação do conglomerado em TV paga, ganhou 365 mil clientes no ano, mas a situação da Claro TV eclipsou o bom desempenho. Em 2016, o cenário continuará assim, para Carvalho: a Claro TV perdendo clientes DTH e a Net ganhando no cabo.

Logo atrás aparece a Sky, com 199 mil assinantes a menos. Procurada, a Sky não quis falar para esta reportagem. Em terceiro ficou a Oi TV, com menos 134 mil clientes. A queda é resultado de uma estratégia azarada da Oi. Após anos fora do setor, a empresa lançou sua Oi TV em março de 2014. Com um preço agressivo, a operadora conseguiu fechar aquele ano como líder em adição de clientes. Em 2015, a estratégia mudou: a Oi aumentou os preços e apostou em convergência. Foi um ano, segundo Bernardo Winik, diretor de varejo da Oi, de transição. A prioridade passou a ser pacotes de TV paga atrelados a conexões de banda larga e linhas telefônicas, o que o mercado chama de triple-play. “O cliente que só queria TV ia pagar mais caro do que se contratasse [o serviço] junto ao combo”, diz. O aumento de preço aliado à crise econômica resultou na perda dos clientes mais pobres.

É esse público que representa um perigo maior que a Netflix, em curto prazo, às operadoras. Quando a situação econômica aperta e as contas em casa começam a atrasar, a TV paga é um dos primeiros cortes.

Alguns estados ganharam novos clientes. Mas não são os que você acha

Gráfico TV paga 3 (Foto: Época NEGÓCIOS)Os números são porcentagens de variação na base de TV paga (Foto: Época NEGÓCIOS)

A teoria de Carvalho, da América Móvil, sobre a popularidade do DTH em estados mais pobres pode ser vista no mapa acima. Nele, estão os estados que mais ganharam e mais perderam clientes de TV paga, em comparação ao tamanho da sua base do serviço. Quem puxa a lista é o Amapá (perda de 14,87% da base), seguido por Alagoas (11,50%), Roraima (10,05%), Rondônia (9,21%), Tocantins (9,14%) e Mato Grosso (6,63%). Nesses estados, quanto mais vermelho, pior. Dos dez estados que mais perderam base relativa, nenhum está no Sudeste ou no Sul.

Os únicos quatro estados que ganharam clientes em relação ao tamanho da base no ano passado, pintados de verde-claro, também não fazem parte das regiões Sul/Sudeste. Menor estado do Brasil, o Sergipe puxa a fila (aumento de 9,79% na base), seguido por Amazonas (3,61%), Piauí (1,25%) e Distrito Federal (0,2%).

Se considerarmos só as conexões físicas, o mercado cresceu em 2015
Como contrapeso à queda abrupta do DTH, 2015 não foi um ano tão ruim para as conexões físicas. O sistema a cabo ganhou 296 mil assinantes, e a fibra óptica (conhecida no setor como o Fiber to the Home, FTTH) ganhou 75 mil, graças a serviços como o Vivo Fibra.

Em números absolutos, quem teve o melhor resultado em número de novos clientes foi a Net (365 mil a mais). Mas os péssimos resultados da Claro TV a soterraram e fizeram com que a América Móvil, dona de ambos os negócios, encerrasse o ano no vermelho. A Vivo ganhou 129 mil clientes e não teve outro serviço que a puxasse, o que mostra um desempenho melhor. “Investimos muito em alta definição. Isso ajudou muito”, diz Ricardo Sanfelice, vice-presidente da Vivo.

Não à toa, as duas empresas têm negócios sólidos de banda larga. “Nossa estratégia de banda larga, da GVT ou da Vivo com fibra óptica, ajuda a alavancar o de TV por assinatura”, diz Sanfelice. Um negócio puxa o outro. Resultado: em receita, a TV da operadora espanhola (aumento de 22,6%) cresceu mais que a banda larga (11,7%).

As vantagens de vender combos (com TV, internet e telefone), e não serviços separados, são claras: a margem de lucro é maior e a probabilidade que o cliente vá cancelar o serviço frente a qualquer instabilidade econômica é menor. “A hora em que coloco a TV dentro de um combo, a taxa de desligamento cai 50%”, diz Winik, da Oi. A operadora aprendeu na prática a amarga lição em 2015.

TV por assinatura parece um gasto sensível a crises econômicas

Gráfico TV paga 4 (Foto: Época NEGÓCIOS) (Foto: Época NEGÓCIOS)

Antes de 2015, a base de TV paga só tinha caído em outro ano desde 1994: 2002. Foi o ano da eleição presidencial que levaria Luís Inácio Lula da Silva ao seu primeiro mandato. O Brasil enfrentou uma crise de desconfiança que descambou para a disparada cambial.

Há duas explicações para a crise. Por um lado, o mercado financeiro via com receio as medidas econômicas que Lula tomaria ao ser empossado. Por outro, economistas como Luiz Carlos Bresser-Pereira alegavam que o problema eram as semelhanças que a economia brasileira demonstrava com a argentina, então atravessando uma das suas piores crises econômicas.

Em dez meses, o capital estrangeiro fugiu do país e a bolsa caiu 31,8%. O dólar disparou 56,24% e chegou a R$ 3,99, maior cotação até 2015. No fim das contas, a crise não impediu que o PIB crescesse 1,52%. Mas, frente às incertezas, muitos brasileiros cancelaram sua assinatura de TV paga. A base começou 2013 com 50 mil clientes a menos.

É um filme que se repetiu em 2015, com intensidade maior. A crise econômica, segundo as empresas do setor, é o grande culpado pela tropeçada. Muitos brasileiros, com a retração na economia brasileira e o aumento no desemprego, cancelaram seus planos de TV por assinatura.

A queda pegou o setor de surpresa. Há um ano, a ABTA estimava que, em dezembro de 2015, 19,9 milhões de brasileiros contariam com o serviço em suas casas, o mesmo número de janeiro. “A notícia boa, se é que há notícia boa, é que a queda foi menor que a média da economia (2,68% ante 3,8%, na ordem)”, diz o presidente Simões.
Mas o setor já tinha desacelerado antes da crise…

Gráfico TV paga 5 (Foto: Época NEGÓCIOS) (Foto: Época NEGÓCIOS)

Voltar a crescer não será tarefa simples. A explicação vai além do cenário econômico. Há uma tendência de desaceleração no crescimento do setor, que começou quando a economia ainda não dava indícios de recessão.

A partir de 2013, o crescimento no número de conexões de TV por assinatura, que vinha estável nos quatro anos anteriores, começou a cair. No ano passado, a variação virou negativa. Em outras palavras, o mercado passou a encolher.

O péssimo momento deverá continuar em 2016. Segundo Simões, da  ABTA, mais brasileiros deverão cancelar suas contas de TV por assinatura neste ano. Quantos, ele ainda não sabe. É uma impressão compartilhada com a maioria das operadoras.

Agora resta saber até quando esse crescimento a queda desenfreado no serviços de TV POR ASSINATURA vai se repercutir? oque restá é acompanhar e estar a tento ao mercado sempre pesquisando e comparando as melhores opções ok?! e o TAD te mantem informado c e por dentro de todas as novidades do setor!

Fonte colaborativa: Época Negócios, Anatel.

 

 

Pré Olimpiádas: Novidades da Claro e NET

A NET, a Claro TV e a Embratel apresentaram na ABTA 2016 muitas novidades em seus serviços de TV por assinatura, Internet e telefonia móvel e fixa.

Um dos assuntos de maior foco do grupo foi o 4K, como já era esperado. Com televisores sendo vendidos no Brasil há pelo menos 3 anos, e hoje em dia com preços abaixo dos 2 mil reais, a Ultra definição já é uma realidade, mas ainda muito mal explorada pelo segmento e terá nova exibição durante a Aberta das Olimpíadas Rio 2016.

4K na Net e Claro TV [RIO 2016]

Começando então pelo assunto mais empolgante em nossa opinião, o 4K ganhou destaque em uma exibição da Copa do Mundo de 2014 exibida nos novos receptores compatíveis da Claro.

Para quem ainda não conhece, as televisores 4K oferecem uma resolução de imagem também chamada de Ultra HD, representando nada menos do que 4X mais pontos na tela para formar a imagem.

São ao todo 3840 pixels (pontos que mudam de cor e formam as imagens) na largura e 2160 pixels na altura, sendo que o “padrão” das TVs vendidas nos últimos anos de 1920 x 1080 pixels (as chamadas Full HD).

Lembramos que o full hd mais avançado, o 1080p ficou restrito até hoje aos filmes em Blu Ray ou reproduzidos em serviços de streaming.

A TV por assinatura até hoje não exibe conteúdo nessa qualidade, ficando restrita a no máximo 1080i (um pouco inferior) ou ainda ao 720p (menor resolução que pode ser considerada como HD hoje em dia).

A abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro será exibida em 4K tanto pela NET quanto Claro TV, desde que os assinantes possuam receptores compatíveis e uma TV 4K no padrão HEVC (as mais modernas).

Banda larga de 1 Gbps?!

Internet de 1 Giga por segundo já é realidade na ásia, e agora será oferecida também pela NET.

Para quem viveu na era na internet discada, ver os passos dados pela banda larga são realmente de encher os olhos a cada dia.

E foi na última ABTA 2016 que a NET apresentou a oferta de nada menos do que 1 Gbps de velocidade de download em pacotes empresarias que deverão começar a ser vendidos em breve.

Essa velocidade é capaz de atingir download a mais de 100MBs por segunda, ou seja, um filme em qualidade Full HD com 6GB de tamanho poderá ser baixado em menos de 1 minuto…A única operadora no Brasil a oferecer e chegar a esta velocidade é a TIM com sua Internet Fibra ótica (Live) com a velocidade de 1GB voltada exclusivamente as Empresas! para mais informações consulte em Livetim.com.br

16 canais nas Olimpíadas

a NET e a Claro TV foram as primeiras (e únicas até aqui) a garantir a presença de 16 canais para transmissão das Olimpíadas.

Adiantamos também que para viabilizar a empreitada sem grandes problemas, todos os canais SporTV existentes e mais os canais Premiere serão usados para oferecer a imensa maioria das modalidades ao vivo para todos os assinantes.

Vem Aí a Nova Edição da “ABTA” 2016 veja as Novidades!

A Feira e Congresso ABTA é referência nos debates sobre os rumos do mercado de TV por assinatura, com foco na inovação em serviços de vídeo. Destaque para novas tecnologias e soluções de distribuição de conteúdo como vídeo sob-demanda, IPTV, plataformas over-the-top (OTT), publicidade, satélites, TI, além das crescentes inovações na distribuição de conteúdos lineares e em alta definição.

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As novidades da ABTA 2016, que acontece entre os dias 29 de junho a 1º de julho. O evento vai discutir o futuro da TV por assinatura, mas não há nenhum seminário específico sobre o 4K.

Tecnologia 4K ou ULTRA HD!

O 4K, ou UHD – Ultra High Definition, vem ganhando espaço na casa dos brasileiros nos últimos meses. Os televisores com a tecnologia que promete 4 vezes mais definição que os Full HD estão com preços cada vez mais competitivos. Há modelos para todo gosto e bolso e já encontramos em promoções modelos com valor inferior a 2 mil reais.

4K na TV paga:

Duas operadoras já deram os primeiros passos para a chegada de conteúdo 4K na televisão por assinatura no Brasil. No mês de maio, a ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações – homologou dois modelos Sagemcom para as operadoras Vivo e Claro, ambas via satélite.

CLARO HDTV – 4K ULTRA HD

A Claro vem com o modelo DSI384, mais simples e com menos recursos. O novo receptor tem duas opções de saída de vídeo: HDMI (que permite a qualidade 4K, quando disponível) e Vídeo composto (para conexão em televisores mais simples). O equipamento permitirá resoluções de 3840×2160 p60 e 4096×2160 p60. Já sendo compatível com os padrões HEVC, H265 e VP9.

VIVO TV (DTH-FIBRA) 4K ULTRA HD


Já a Vivo parece apostar mais alto no segmento e teve um modelo homologado mais “parrudo”. Além das qualidades já notadas no receptor da Claro, o modelo da Vivo trará ainda um disco rígido interno para gravação da programação (o DVR) e permitirá conexões com a internet através de um modem WiFi interno.

Previsão?: 
Os receptores foram homologados, mas ainda não há previsão de lançamento comercial. Muito provavelmente, a homologação se deu para que as operadoras pudessem realizar testes internos e demonstrações durante eventos especiais. Então, não adianta correr e ligar para a operadora pedindo migração imediata para um plano 4K, pois ele ainda não existe.

Outro problema é a falta de conteúdo 4K atualmente no mercado. Temos pouquíssimo conteúdo disponível e ainda não há nenhum canal linear comercial disponível. Então, calma, muita calma que o mercado ainda é muito recente e ainda estamos vendo as fases de testes.

Fase de Testes:

A Claro HDTV testou há algumas semanas duas transmissões em 4K no seu satélite. A programação exibia um vídeo em looping, que se repetia ao longo do dia. Mas isto significa que já vão lançar? Não sei a resposta, talvez sejam testes para verificar o comportamento do sinal, taxa de compressão necessária, tamanho mínimo de antena necessário, viabilidade comercial diante do espaço disponível e a quantidade de canais a serem transmitidos. Enfim, estamos com mais perguntas que respostas.

No exterior 4K Ativo pela VODAFONE:

Em outros países já começam a surgir os primeiros planos comerciais com conteúdo 4K. A Vodafone Portugal lançou recentemente seu receptor 4K (Imagem acima).

A operadora já oferece os canais Funbox 4K UHD e Insight TV UHD.

8K Transmissões:

A Globo e a NHK farão durante os Jogos Olímpicos a primeira transmissão terrestre em tempo real com conteúdo 8K (oito vezes maior que o Full HDTV). Será experimental e com recepção controlada.

8K TESTES:

A operadora Docomo e a Nokia realizaram recentemente a primeira transmissão ao vivo em 8K utilizando uma rede móvel em 5G, que permite velocidades superiores às conseguidas atualmente com a tecnologia 4G.
*Em breve você confere aqui no TAD durante a Semana da ABTA 2016 as maiores novidades e lançamentos exclusivos da Feira!

TNT SERIES Chega ao Line-up da NET/CLARO

Depois de muitas especulações, as operadoras NET e Claro HDTV confirmaram a estreia do canal TNT Séries, que ficará disponível para os assinantes de ambas as empresas neste mês de abril.

O canal dedicado aos seriados traz produções de grande sucesso internacional e também séries nacionais. Entre os destaques da programação do canal de séries da TNT estão atrações como “The Last Ship”, “Justified”, “Law & Order: Criminal Intent”, “Major Crimes”, “Rizzoli & Isles” e “Heroes Reborn”.

O TNT Séries na NET estará disponível no canal 643, em HD, para os assinantes a partir do pacote TOP HD, sem qualquer custo adicional. Já o TNT Séries na Claro TV estará disponível tanto em SD, no canal 143, quanto em HD, no canal 643, para clientes com pacotes a partir do Família HD MAX.

 

A estreia do TNT Séries e do TNT Séries HD na Claro HDTV e na NET está prevista para o próximo dia 19 de abril. Em breve, os assinantes também terão acesso aos conteúdos do TNT Séries no NOW, serviço de vídeos on demand das duas operadoras.

Vale lembrar que, há poucos dias, o sinal do TNT Séries ficou disponível durante cerca de 12 horas para os assinantes da Claro TV, sendo retirado em seguida. De acordo com a operadora, tratava-se de testes que estavam sendo feitos.

SINAL ABERTO HBO: Na NET & CLARO TV!

As operadoras NET e Claro HDTV vão abrir o sinal dos canais HBO para todos os assinantes, entre os dias 22 e 24 de abril, para comemorar a estreia da sexta temporada de “Game of Thrones”.

Durante esses três dias, estarão com sinal aberto todos os canais HBO disponíveis em ambas as operadoras, tanto em SD quanto em HD, permitindo que você assista a diversas outras atrações, incluindo filmes, documentários e muito mais.

No domingo, dia 24 de abril, acontece a aguardada estreia da nova temporada de “Game of Thrones”, a partir das 22h, e na mesma data, você também poderá conferir as estreias da terceira temporada de “O Negócio”, às 21h, e da terceira temporada de “Silicon Valley”, às 23h.

Outros destaques desse período de sinal aberto HBO são o episódio inaugural da quinta temporada de “Veep”, também no dia 24, às 23h30, e a estreia do filme “Pixels”, que vai ao ar no sábado, dia 23, na tela da HBO, às 22h.

Os assinantes da NET e Claro TV que ainda não possuem os canais HBO em seu pacote também terão a oportunidade de ver, sem qualquer custo adicional, os primeiros episódios das quatro séries citadas no NOW, serviço de vídeos on demand das operadoras, entre os dias 27 de abril e 24 de maio, na aba “Programas de TV > HBO”.