Índices: TV Paga teve “Forte Queda” de Assinantes em Abril!

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O mercado de TV por assinatura teve uma queda acentuada na base de assinantes em abril, segundo dados da Anatel divulgados nesta quarta, 14. O mercado perdeu em um mês 147 ,6 mil assinantes (0,8%). Todas as operadoras tiveram queda, à exceção da Oi. A maior queda foi do grupo América Móvil, que fechou com 9,620 milhões de clientes, ou seja, 120 mil clientes a menos no mês (queda de 47,7 mil nas operações de cabo e 72 mil no DTH). A segunda maior operadora, a Sky, caiu 48,6 mil clientes, fechando abril com uma base de 5,54 milhões de clientes. A Vivo TV caiu 1,5 mil clientes, para 1,66 milhão de clientes. Apenas a Oi TV cresceu, nada menos do que 22 mil assinantes, chegando a 1,37 milhão de assinantes. As pequenas operadoras registraram queda 23 mil clientes e totalizam 472 mil clientes.

Desligamento analógico pesou?

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O número de abril era especialmente aguardado para ajudar a entender se o conflito entre as emissoras de TV aberta representadas na Simba e as operadoras de TV por assinatura poderia estar provocando uma debandada em massa da TV paga. Ficou claro que houve uma queda. Esta queda acentuada, portanto, poderia ser atribuída ao cancelamento de assinantes nas regiões metropolitanas de São Paulo e Brasília por conta do desligamento de TV analógica ocorrido no final de março, com subsequente corte dos sinais das emissoras SBT, Record e Rede TV?

Os dados não permitem afirmar categoricamente nem que sim nem que não. Tanto São Paulo quanto Brasília ficaram próximas da média percentual de queda do mercado no mês em outras cidades. Em São Paulo, por exemplo, o número total de desconexões foi de 22 mil no mês de abril (0,8%). Em Brasília, 8 mil (1,4%). Mesmo nas cidades das regiões metropolitanas destas cidades a queda esteve na média do mercado. Em abril, Guarulhos, a segunda maior cidade da grande São Paulo, perdeu 4 mil assinantes (2%, sendo a maior queda percentual), São Bernardo do Campo perdeu 1,7 mil (0,9%) e Osasco 1 mil (0,9%). Todas elas com um percentual de queda da ordem de 0,8% a 1% no mês. A cidade de São Paulo havia apresentado, no mês de março, um ligeiro aumento de base de assinantes, com 9 mil clientes a mais em relação ao mês anterior, mas entre fevereiro e março havia perdido 24 mil assinantes, mais do que em abril portanto. Não há, portanto, uma tendência que tenha sido alterada.

Grandes cidades como Rio de Janeiro e Belo Horizonte perderam assinantes em um percentual ainda maior em abril, acima de 1%. O Rio, por exemplo perdeu 15 mil assinantes (1,1%) e BH ficou com 6 mil assinantes a menos em abril (1,2%). Nem Rio de Janeiro nem Belo Horizonte passaram ainda pelo processo de desligamento da TV analógica.

Autoria: SAMUEL POSSEBON (samuca@teletime.com.br)

Fonte: Tela Viva News/Teletime.

 

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Calmaria e Queda no Setor de TV POR ASSINATURA!

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O desempenho do setor de TV por assinatura no Brasil nos últimos seis anos lembra o começo de uma montanha-russa. A partir de 2009, veio a subida íngreme, com crescimento alimentado pelo aumento no consumo da classe C. Em 2015, porém, o carrinho chegou ao topo, de onde dá indícios que vai despencar.

Entre cancelamentos e novas contas, a base de TV por assinatura no Brasil em 2015 encolheu em 500 mil clientes, a maior retração (em números relativos ou absolutos) desde 1994, dado mais recente divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A TV paga se aproximou dos 20 milhões de brasileiros. Tudo indica que demorará para passar a marca. Oscar Simões, presidente da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), resume: “o ano passado foi ruim”. Pior: a situação não tem data para voltar a melhorar. Hoje  a base de assinantes de TV Por Assinatura chega próximo a 19 Milhões apenas, comparado a proximidade dos 20 milhões no ano anterior, com dados atualizados pela ANATEL (Agencia Nacional de Telecomunicações).

Os Problemas e os Principais influenciadores:

Aqui apontamos os principais “Influenciadores” pela queda de assinantes de Tv a Cabo:

-Economia/Crise                                                                                                                                                       -Serviços de Streaming (Netflix, Youtube, Apps, Iptv)                                                                         -Sinal Digital (Gratuito)

O grande culpado dessa crise é a Netflix?

Netflix (Foto: Getty Images)                                                        Netflix (Foto: Getty Images)

 

Estima-se que a Netflix tenha cerca de 4 milhões de clientes no Brasil, ou um quinto de toda a base de TV paga em quatro anos e meio de operação. Segundo as palavras do CEO, Reed Hastings, a empresa está crescendo “como um foguete” no Brasil. Nem a crise, ao que parece, é capaz de diminuir esse ritmo. “Ainda que sejam tempos econômicos apertados, isso não segurou nosso crescimento” local, disse Hastings meses mais tarde.

Muitos desses 4 milhões, sem dúvida, desistiram da TV paga. É o caso de Roberto Muricy, de 36 anos. Após 17 anos como cliente da Net, o publicitário cancelou sua assinatura em novembro. “Achava o custo elevado. De todos os 90 canais [a que tinha acesso], assistia a 4 ou 5”, diz. Agora, só usa Netflix e alguns canais disponíveis no Apple TV.

O principal motivador foi a grana? “Não, foi um conjunto. A questão financeira influenciou, mas foi basicamente falta de uso.” O único problema é que Muricy tem de se programar para ir a casas de amigos ou bares para ver os jogos do São Paulo, seu time do coração. Ele não se arrepende.

Assim como Muricy, há outros. Só não se sabe ao certo quantos. A Netflix é uma sombra sobre as operadoras de TV paga no Brasil, mas é difícil atestar o tamanho do perigo. A empresa norte-americana não divulga informações oficiais sobre quantos usuários tem no Brasil e onde eles estão.

As operadoras de TV paga, por seu lado, alegam que não perceberam cancelamentos nem downgrades (quando o cliente contrata um plano mais barato) que sejam ligados à Netflix. Mas aqui vale o mesmo argumento: é difícil aferir a veracidade da afirmação se as empresas não abrem as informações.

Reed Hastings, do Netflix (Foto: Divulgação)
Reed Hastings, CEO da Netflix: Brasil cresce “como um foguete” (Foto: Divulgação)

Um argumento usado pelas operadoras para tentar explicar por que a Netflix não é um perigo é a qualidade da banda larga no Brasil. É uma desculpa que tinha mais lastro em 2011. Quando a gigante de streaming chegou, só um quinto das conexões do país tinham mais de 2 Mbps, segundo o IBGE.

Hoje, o cenário se inverteu. Dois terços das conexões de banda larga no país são mais rápidas que 2 Mbps, segundo a Akamai, suficiente para assistir ao catálogo da Netflix (a velocidade recomendada é 1,5 Mbps). A velocidade média de conexão é um número que só aumentará nos próximos anos.

Ter Netflix, por outro lado, não significa necessariamente abandonar a TV paga: 84% dos assinantes do serviço de streaming não cancelam suas assinaturas, segundo a consultoria TDG Research. O que muda, segundo o estudo, é a probabilidade de contratar serviços extras, como pay per view(FUTEBOL,FILMES,CANAIS A LA CARTE,e ETC).

Tudo isso faz da Netflix um rival em potencial para o setor. Mas, em 2015, o maior problema foi outro. O que nos leva ao coração da questão…

O grande problema do setor é a TV por satélite

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(Foto: Época NEGÓCIOS)

O grande problema do setor atende por três letras: DTH. Sistema mais popular de TV por assinatura no Brasil, a TV por satélite (ou DTH, sigla de “direct to home”) foi quem afundou o setor em 2015. Sua base diminuiu em 830 mil clientes no ano passado.

No Brasil, o DTH é muito usado em áreas de menor densidade, quando não é vantajoso economicamente ou fácil instalar uma rede cabeada. Em cidades assim, é mais barato que o sinal venha de um satélite.

No caso do Brasil, áreas de menor densidade são também as com menor concentração de renda, segundo Márcio Carvalho, diretor de marketing da América Móvil, dona da Net. Em outras palavras: a TV paga por DTH é muito popular entre os mais pobres, aqueles que sentem os efeitos de uma crise econômica antes de todo mundo.

O DTH pode ser bom para áreas isoladas, mas se tornou um sucesso também dentro das cidades. O modelo de mensalidade mais baixa e planos pré-pagos fez com que o DTH pegasse no Brasil, razão pela qual você vê dezenas de antenas parabólicas cinzas com o logo das operadoras penduradas em janelas de prédios por aí.

Parte do sucesso veio a partir de 2010, com a ascensão da classe C. Para aproveitar essa onda, operadoras lançaram seus serviços DTH, como a Claro TV em 2012 (a partir de uma repaginada do Via Embratel), o Vivo DTH em 2010 (a partir de um serviço semelhante da Telefônica de 2007) e o Oi TV em 2014. Quem já os oferecia, como a Sky desde 1996, cresceu bastante.

O crescimento alto, porém, parou nos últimos dois anos e começou a desacelerar. Em 2015, tão rápido quanto cresceu, o setor passou a despencar.

Antenas offset, as chamadas mini antenas parabólicas (Foto: Reprodução/YouTube)
(Foto: Reprodução/YouTube)

A campeã no quesito foi a Claro TV, que fechou 2015 com 650 mil assinantes a menos, ou quase um quinto da sua base. O resultado foi tão ruim que arrastou os resultados da América Móvil no setor. A Net, outra operação do conglomerado em TV paga, ganhou 365 mil clientes no ano, mas a situação da Claro TV eclipsou o bom desempenho. Em 2016, o cenário continuará assim, para Carvalho: a Claro TV perdendo clientes DTH e a Net ganhando no cabo.

Logo atrás aparece a Sky, com 199 mil assinantes a menos. Procurada, a Sky não quis falar para esta reportagem. Em terceiro ficou a Oi TV, com menos 134 mil clientes. A queda é resultado de uma estratégia azarada da Oi. Após anos fora do setor, a empresa lançou sua Oi TV em março de 2014. Com um preço agressivo, a operadora conseguiu fechar aquele ano como líder em adição de clientes. Em 2015, a estratégia mudou: a Oi aumentou os preços e apostou em convergência. Foi um ano, segundo Bernardo Winik, diretor de varejo da Oi, de transição. A prioridade passou a ser pacotes de TV paga atrelados a conexões de banda larga e linhas telefônicas, o que o mercado chama de triple-play. “O cliente que só queria TV ia pagar mais caro do que se contratasse [o serviço] junto ao combo”, diz. O aumento de preço aliado à crise econômica resultou na perda dos clientes mais pobres.

É esse público que representa um perigo maior que a Netflix, em curto prazo, às operadoras. Quando a situação econômica aperta e as contas em casa começam a atrasar, a TV paga é um dos primeiros cortes.

Alguns estados ganharam novos clientes. Mas não são os que você acha

Gráfico TV paga 3 (Foto: Época NEGÓCIOS)Os números são porcentagens de variação na base de TV paga (Foto: Época NEGÓCIOS)

A teoria de Carvalho, da América Móvil, sobre a popularidade do DTH em estados mais pobres pode ser vista no mapa acima. Nele, estão os estados que mais ganharam e mais perderam clientes de TV paga, em comparação ao tamanho da sua base do serviço. Quem puxa a lista é o Amapá (perda de 14,87% da base), seguido por Alagoas (11,50%), Roraima (10,05%), Rondônia (9,21%), Tocantins (9,14%) e Mato Grosso (6,63%). Nesses estados, quanto mais vermelho, pior. Dos dez estados que mais perderam base relativa, nenhum está no Sudeste ou no Sul.

Os únicos quatro estados que ganharam clientes em relação ao tamanho da base no ano passado, pintados de verde-claro, também não fazem parte das regiões Sul/Sudeste. Menor estado do Brasil, o Sergipe puxa a fila (aumento de 9,79% na base), seguido por Amazonas (3,61%), Piauí (1,25%) e Distrito Federal (0,2%).

Se considerarmos só as conexões físicas, o mercado cresceu em 2015
Como contrapeso à queda abrupta do DTH, 2015 não foi um ano tão ruim para as conexões físicas. O sistema a cabo ganhou 296 mil assinantes, e a fibra óptica (conhecida no setor como o Fiber to the Home, FTTH) ganhou 75 mil, graças a serviços como o Vivo Fibra.

Em números absolutos, quem teve o melhor resultado em número de novos clientes foi a Net (365 mil a mais). Mas os péssimos resultados da Claro TV a soterraram e fizeram com que a América Móvil, dona de ambos os negócios, encerrasse o ano no vermelho. A Vivo ganhou 129 mil clientes e não teve outro serviço que a puxasse, o que mostra um desempenho melhor. “Investimos muito em alta definição. Isso ajudou muito”, diz Ricardo Sanfelice, vice-presidente da Vivo.

Não à toa, as duas empresas têm negócios sólidos de banda larga. “Nossa estratégia de banda larga, da GVT ou da Vivo com fibra óptica, ajuda a alavancar o de TV por assinatura”, diz Sanfelice. Um negócio puxa o outro. Resultado: em receita, a TV da operadora espanhola (aumento de 22,6%) cresceu mais que a banda larga (11,7%).

As vantagens de vender combos (com TV, internet e telefone), e não serviços separados, são claras: a margem de lucro é maior e a probabilidade que o cliente vá cancelar o serviço frente a qualquer instabilidade econômica é menor. “A hora em que coloco a TV dentro de um combo, a taxa de desligamento cai 50%”, diz Winik, da Oi. A operadora aprendeu na prática a amarga lição em 2015.

TV por assinatura parece um gasto sensível a crises econômicas

Gráfico TV paga 4 (Foto: Época NEGÓCIOS) (Foto: Época NEGÓCIOS)

Antes de 2015, a base de TV paga só tinha caído em outro ano desde 1994: 2002. Foi o ano da eleição presidencial que levaria Luís Inácio Lula da Silva ao seu primeiro mandato. O Brasil enfrentou uma crise de desconfiança que descambou para a disparada cambial.

Há duas explicações para a crise. Por um lado, o mercado financeiro via com receio as medidas econômicas que Lula tomaria ao ser empossado. Por outro, economistas como Luiz Carlos Bresser-Pereira alegavam que o problema eram as semelhanças que a economia brasileira demonstrava com a argentina, então atravessando uma das suas piores crises econômicas.

Em dez meses, o capital estrangeiro fugiu do país e a bolsa caiu 31,8%. O dólar disparou 56,24% e chegou a R$ 3,99, maior cotação até 2015. No fim das contas, a crise não impediu que o PIB crescesse 1,52%. Mas, frente às incertezas, muitos brasileiros cancelaram sua assinatura de TV paga. A base começou 2013 com 50 mil clientes a menos.

É um filme que se repetiu em 2015, com intensidade maior. A crise econômica, segundo as empresas do setor, é o grande culpado pela tropeçada. Muitos brasileiros, com a retração na economia brasileira e o aumento no desemprego, cancelaram seus planos de TV por assinatura.

A queda pegou o setor de surpresa. Há um ano, a ABTA estimava que, em dezembro de 2015, 19,9 milhões de brasileiros contariam com o serviço em suas casas, o mesmo número de janeiro. “A notícia boa, se é que há notícia boa, é que a queda foi menor que a média da economia (2,68% ante 3,8%, na ordem)”, diz o presidente Simões.
Mas o setor já tinha desacelerado antes da crise…

Gráfico TV paga 5 (Foto: Época NEGÓCIOS) (Foto: Época NEGÓCIOS)

Voltar a crescer não será tarefa simples. A explicação vai além do cenário econômico. Há uma tendência de desaceleração no crescimento do setor, que começou quando a economia ainda não dava indícios de recessão.

A partir de 2013, o crescimento no número de conexões de TV por assinatura, que vinha estável nos quatro anos anteriores, começou a cair. No ano passado, a variação virou negativa. Em outras palavras, o mercado passou a encolher.

O péssimo momento deverá continuar em 2016. Segundo Simões, da  ABTA, mais brasileiros deverão cancelar suas contas de TV por assinatura neste ano. Quantos, ele ainda não sabe. É uma impressão compartilhada com a maioria das operadoras.

Agora resta saber até quando esse crescimento a queda desenfreado no serviços de TV POR ASSINATURA vai se repercutir? oque restá é acompanhar e estar a tento ao mercado sempre pesquisando e comparando as melhores opções ok?! e o TAD te mantem informado c e por dentro de todas as novidades do setor!

Fonte colaborativa: Época Negócios, Anatel.

 

 

Em tempos de Crise: TV’s Pré Pagas avança e sai na frente!

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A proposta de utilizar a TV por assinatura pré-paga não é exatamente nova – a Sky Brasil já oferece o serviço desde pelo menos julho de 2008 -, mas o modelo de negócios parece ser uma nova tendência nesse período de crise, conforme foi observado durante painel com operadoras no último dia da ABTA 2016 nesta sexta, 1º. A Oi anunciou durante o evento o lançamento do seu produto, e outras empresas, como a Algar Telecom, mostram interesse nesse tipo de oferta. Para outras, como a América Móvil, maior empresa em número de clientes, contudo, é apenas uma alternativa, como o vídeo on-demand, mas não uma estratégia prioritária.

Pode-se tentar ambos. A Algar Telecom pretende lançar até o final do ano uma oferta de TV pré-paga e um novo produto digital de vídeo on-demand. “A gente está estudando há um bom tempo”, disse o diretor de digital da Algar Telecom, Rodrigo Wegmann. A operadora mineira espera poder não apenas dar uma porta de entrada para a TV paga ao usuário, mas também que o produto ajude na aquisição de novos clientes, algo que para uma empresa pequena é mais crítico. “O pré-pago é, sem sombra de dúvida, uma grande solução para a gente reduzir o impacto no custo de aquisição de cliente”, declara.

Wegmann explica que a Algar está se estruturando, olhando os modelos de negócio e conversando com parceiras e provedores de conteúdo para finalizar os acordos e preparar o lançamento. “Não é simples, a correlação de custos para gente que é pequeno é muito traumática”, justifica. De toda a forma, ele diz que a oferta deverá ser apresentada no final deste ano.

Também ainda em 2016 a empresa pretende lançar uma solução digital, ainda não finalizada. O executivo explica que é uma solução de acordo com o mercado. Wegmann acredita que serviços over-the-top (OTTs) podem ser “aceleradores da TV”, e não substitutos. Por isso mesmo, a empresa estuda oferecer a alternativa. “Estamos vendo alternativas interessantes com valores diferentes para fazer escada da adoção e, dentro dela na TV por assinatura como conhecemos hoje, ter posicionados produtos pré-pagos e OTT”, disse ele durante debate na ABTA 2016.  Seria um produto inicialmente de VOD, mas com possibilidade de, com o tempo, oferecer também canais lineares.

Outro caminho que a Algar poderia trilhar por conta de sua recente expansão de rede ótica e ofertas de banda larga é o do IPTV, assunto pouco falado durante o congresso deste ano. Para Rodrigo Wegmann, o IPTV e o OTT são produtos que podem se confundir em algum momento, mas ainda não há planos específicos. “Hoje a Algar está com uma rede muito bem estruturada, temos base significativa de clientes que já consomem banda larga de alta velocidade, então a gente entende que, se vai ser em IPTV ou serviço linear com garantia de rede que a gente pode dar, é indiferente do ponto de vista tecnológico”, conclui.

Visões antagônicas

O diretor de inovação digital da Oi, Ariel Dascal, declarou durante o debate que acredita no modelo pré-pago da TV como uma oportunidade, uma vez que a classe C “não está disposta a se comprometer com custo recorrente, e quando tem dinheiro, ela gasta”. Ele ressalta que a indústria ainda não tem um modelo de negócios preparado para isso, inclusive nas negociações com programadores. Além disso, há o ônus para o cliente, que precisa pagar a instalação e o aparelho, o que é uma “mega barreira de entrada”. Dascal explica que a Oi estuda acertar formas de financiar o decoder para o assinante. “Mas é oportunidade mais periférica, não é estrutural”, adiciona.

Nem todo mundo concorda, porém. “A gente entende que pré-pago é um modelo diferente, não acho que vai resolver o problema da população que não tem como pagar e nem a equação econômica de outras operadoras”, opina o diretor executivo de estratégia e operação da América Móvil Brasil, Rodrigo Marques. Cita que negociações com fornecedores permanecem as mesmas, e que, mesmo com acordo com programadores, o modelo de negócios atingiria apenas um pedaço da operação. A companhia conta com um produto de TV pré-paga, mas Marques afirma que a empresa não foca na solução pois a considera como “complemento de oferta”.

Fonte: Convergecom

Vem Aí a Nova Edição da “ABTA” 2016 veja as Novidades!

A Feira e Congresso ABTA é referência nos debates sobre os rumos do mercado de TV por assinatura, com foco na inovação em serviços de vídeo. Destaque para novas tecnologias e soluções de distribuição de conteúdo como vídeo sob-demanda, IPTV, plataformas over-the-top (OTT), publicidade, satélites, TI, além das crescentes inovações na distribuição de conteúdos lineares e em alta definição.

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As novidades da ABTA 2016, que acontece entre os dias 29 de junho a 1º de julho. O evento vai discutir o futuro da TV por assinatura, mas não há nenhum seminário específico sobre o 4K.

Tecnologia 4K ou ULTRA HD!

O 4K, ou UHD – Ultra High Definition, vem ganhando espaço na casa dos brasileiros nos últimos meses. Os televisores com a tecnologia que promete 4 vezes mais definição que os Full HD estão com preços cada vez mais competitivos. Há modelos para todo gosto e bolso e já encontramos em promoções modelos com valor inferior a 2 mil reais.

4K na TV paga:

Duas operadoras já deram os primeiros passos para a chegada de conteúdo 4K na televisão por assinatura no Brasil. No mês de maio, a ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações – homologou dois modelos Sagemcom para as operadoras Vivo e Claro, ambas via satélite.

CLARO HDTV – 4K ULTRA HD

A Claro vem com o modelo DSI384, mais simples e com menos recursos. O novo receptor tem duas opções de saída de vídeo: HDMI (que permite a qualidade 4K, quando disponível) e Vídeo composto (para conexão em televisores mais simples). O equipamento permitirá resoluções de 3840×2160 p60 e 4096×2160 p60. Já sendo compatível com os padrões HEVC, H265 e VP9.

VIVO TV (DTH-FIBRA) 4K ULTRA HD


Já a Vivo parece apostar mais alto no segmento e teve um modelo homologado mais “parrudo”. Além das qualidades já notadas no receptor da Claro, o modelo da Vivo trará ainda um disco rígido interno para gravação da programação (o DVR) e permitirá conexões com a internet através de um modem WiFi interno.

Previsão?: 
Os receptores foram homologados, mas ainda não há previsão de lançamento comercial. Muito provavelmente, a homologação se deu para que as operadoras pudessem realizar testes internos e demonstrações durante eventos especiais. Então, não adianta correr e ligar para a operadora pedindo migração imediata para um plano 4K, pois ele ainda não existe.

Outro problema é a falta de conteúdo 4K atualmente no mercado. Temos pouquíssimo conteúdo disponível e ainda não há nenhum canal linear comercial disponível. Então, calma, muita calma que o mercado ainda é muito recente e ainda estamos vendo as fases de testes.

Fase de Testes:

A Claro HDTV testou há algumas semanas duas transmissões em 4K no seu satélite. A programação exibia um vídeo em looping, que se repetia ao longo do dia. Mas isto significa que já vão lançar? Não sei a resposta, talvez sejam testes para verificar o comportamento do sinal, taxa de compressão necessária, tamanho mínimo de antena necessário, viabilidade comercial diante do espaço disponível e a quantidade de canais a serem transmitidos. Enfim, estamos com mais perguntas que respostas.

No exterior 4K Ativo pela VODAFONE:

Em outros países já começam a surgir os primeiros planos comerciais com conteúdo 4K. A Vodafone Portugal lançou recentemente seu receptor 4K (Imagem acima).

A operadora já oferece os canais Funbox 4K UHD e Insight TV UHD.

8K Transmissões:

A Globo e a NHK farão durante os Jogos Olímpicos a primeira transmissão terrestre em tempo real com conteúdo 8K (oito vezes maior que o Full HDTV). Será experimental e com recepção controlada.

8K TESTES:

A operadora Docomo e a Nokia realizaram recentemente a primeira transmissão ao vivo em 8K utilizando uma rede móvel em 5G, que permite velocidades superiores às conseguidas atualmente com a tecnologia 4G.
*Em breve você confere aqui no TAD durante a Semana da ABTA 2016 as maiores novidades e lançamentos exclusivos da Feira!

Canais FOX retornam a grade da OiTV!

A Oi TV voltou a exibir os canais FOX na noite de quarta-feira, 17 de fevereiro, seis dias após as emissoras do grupo terem sido retiradas do line-up da operadora de TV por assinatura via satélite.

A volta dos canais da FOX à Oi TV se deu graças ao novo acordo firmado entre as duas partes, garantindo a renovação do contrato para exibição dos canais FOX na Oi TV, de acordo com o comunicado oficial emitido pela FOX Networks Group Brasil.

Ainda conforme a nota, o acordo entre FOX e Oi TV garante o retorno imediato dos canais FOX, FOX Life, FX, FOX Sports, FOX Sports 2 e Nat Geo, entre outros, para o line-up da operadora.

Com isso, os assinantes da Oi TV já podem conferir novamente toda a programação dos canais FOX, incluindo os jogos da Libertadores 2016 e dos principais campeonatos europeus, desenhos animados, séries, filmes, documentários e muito mais.

Iniciada ainda em 2015, a briga entre FOX e Oi TV gerou muita repercussão nas redes sociais, especialmente depois que a programadora resolveu tirar seus canais da operadora. A motivação seria o novo contrato exigido pela FOX, que queria valores maiores pela transmissão dos sinais das emissoras do grupo, conforme informações veiculadas na imprensa.

Urgente: Canais FOX deixam a grade da OITV!

Na tarde desta quinta-feira, dia 11 de fevereiro, os assinantes da operadora de multisserviços Oi TV ficaram sem acesso a todos os canais FOX. Desde 15h30, os assinantes estão relatando que os canais estão com “tela preta”.

Em comunicado nas redes sociais, o canal FOX Sports tem informado aos assinantes que não faz mais parte da grade de programação da Oi TV e pede para entrarem em contato com a operadora para exigir seus direitos. Ao comentar o assunto, o canal tem usado a hashtag #VoltaFOX

A fox tambem lançou um video para promover e chamar a atenção dos assinantes confira mais detalhes:

De marketing a FOX entende, mesmo nas horas tristes. E por falar em “horas tristes”, nesta quinta-feira, dia 11 de fevereiro, os canais FOX deixaram a grade de programação da Oi TV e não demorou muito para a programadora confirmar a saída nas redes sociais e lançar um vídeo “triste” (é bem humorado até, na verdade) lamentando a saída e pedindo aos assinantes para reclamarem junto à central da Oi TV.