Deu Ruim pra FOX! Canais são substituídos na SKY e prevê o fim na DirecTV em toda América Latina!

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E a briga ainda não acabou! a SKY em defesa pelos melhores acordos não aceitou os termos de renovação imposto pela programadora FOX Networks Group Latin America, e essa discussão ainda vai muito além pois a DirecTV proprietária da SKY na América Latina pretende deixar de operar os canais FOX também em seu Line-Up.

AS DIFICULDADES NAS NEGOCIAÇÕES:

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O problema nas negociações com a SKY Brasil são por causa dos canais premium FOX 1 e FOX ACTION, o que ela não aceita até agora, alegando que não há espaço no satélite e que são canais irrelevantes até o momento – gerando a queda de braço. Além do valor pedido, que segunda a operadora está 50% acima do valor de mercado perante a crise que o pais enfrenta, e do que ela está disposta a pagar.

No ano passado, a Oi TV ficou sem emissoras durante 1 semana por não acertar uma renovação de contrato. O impacto agora será maior. Como é a segunda maior operadora do país, a Fox certamente perderá números na audiência. E a operadora irá poder um numero significativo de assinantes até que o acordo seja feito, e com isso, as demais operadoras serão beneficiadas com isso.

As plataforma do FOX Play também foi cortado ao acesso aos assinantes da operadora. Mas, a operadora informa ainda continua em negociações para reverter esta situação. E, afirma defender os interesses de seus assinantes em virtude do pedido da programadora.

O PROBLEMA CHEGA TAMBÉM A DIRECTV NA AMÉRICA LATINA!

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O problema nas negociões está afetando toda America Latina, e a operadora DirecTV está passando pelo mesmo impasse para renovar seus contrato com a programadora. E também corre o risco de ficar sem os canais FOX a qualquer momento. A DirecTV pertence ao grupo americano AT&T e tem várias subsidiárias. No Brasil, é Sky.

O impasse nas negociações entre a Fox e a Sky no Brasil não é um fenômeno isolado. A discussão, na verdade, ocorre entre os dois grupos no âmbito da América Latina.
A data-limite para a chegar a um acordo, 3 de fevereiro, é a mesma que envolve as negociações do grupo Fox América Latina com a Directv nos principais países do continente, incluindo México, Argentina, Colômbia, Peru, Equador e Venezuela.
A discussão se dá em relação à remuneração que a Fox recebe da Sky. No Brasil, a empresa também estaria tendo dificuldades para incluir o seu pacote Premium, com dois novos canais, nos pacotes da operadora.
Ao mesmo tempo em que a Fox divulgou nota dizendo que estava “fazendo todos os esforços para chegar a um acordo”, a Directv também comunicou a seu clientes na América Latina: “Estamos trabalhando para garantir que esses canais permaneçam disponíveis para os nossos clientes. Agradecemos a paciência à medida em que trabalhamos para resolver este problema de forma rápida e razoável”.
Resultado de imagem para FOX Networks Group Latin AmericaFOX Networks Group Latin America
A FOX Networks Group Latin America desenvolve e distribui conteúdos lineares e online através das marcas FOX, FX, FOX Life, Film Zone, Cinecanal, FOX Sports, FOX Sports 2, FOX Sports 3, FOX News, Nat Geo, Nat Geo Wild e Baby TV em toda a América Latina (exceto Brasil).
A falta de acordo entre as empresas afeta ainda o pacote FOX Premium composto pelos canais FOX 1, FOX Action, FOX Comedy, FOX Family, FOX Cinéma, FOX Classics e FOX Movies. Estes canais equivalem nos demais países latino-americanos aos canais da Rede Telecine no Brasil.
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No Brasil, o grupo Fox mantém uma dezena de canais no pais. E com isso, os canais são afetados: FOX, FOX Life, FX, FOX Sports, FOX Sports 2, Nat Geo e Nat Geo Wild. Além, do pacote premium FOX 1 e FOX ACTION, que são um dos motivos desse impasse que afeta toda TV paga.

COM A DECISÃO TOMADA A SKY PARTE PARA SUBSTITUIÇÃO DOS CANAIS CONFORME A LEI OBRIGA!

Depois de meses de negociações, Os canais FOX finalmente deixam a segunda maior operadora da TV paga do pais a SKY. A programadora chegou adiar a saída dos canais por 2x, mas neste domingo dia (5), os canais foram substituídos pelos canais da ESPN e Discovery.

Veja como fica na grade da operadora:
Versão SD/HD:
  • 51/51.1 – NATGEO ⇆ Discovery Civilization
  • 45/45.1 – FOX ⇆ Discovery Science
  • 27/27/1 – FOX SPORTS ⇆ ESPN Extra
  • 26/26.1 – FOX SPORTS 2 ⇆ ESPN+
  • 47/47.1 – FX ⇆ Discovery Turbo
  • 93/93.1 – FOX LIFE ⇆ Discovery Theater
Versão HD:
  • 251 – NATGEO HD ⇆ Discovery Civilization
  • 245 – FOX HD ⇆ Discovery Science
  • 227 – FOX SPORTS ⇆ ESPN Extra
  • 226 – FOX SOPRTS 2 ⇆ TLC HD
  • 247 – FX HD  ⇆ Discovery Investigação HD
  • 289 – NATGEO WILD HD ⇆ Animal Planet HD
Pela legislação, a operadora é obrigada a substituir os canais pelos do mesmo gênero ou rescindir (Sem pagar multa), o contrato do assinante durante 30 dias após a troca na programação.
Fonte Oficial: O Universo da TV/ e Zero Hora.

SINAL ABERTO! Dos Canais ESPN Confira!

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Entre os dias 20 e 28 de janeiro, ESPN Brasil, ESPN e ESPN+ estarão com o sinal aberto para mais de 15 operadoras em todo o país.

A grade completa estará disponível para os assinantes da Net/Claro, Vivo/GVT, Oi TV, Sky, além das afiliadas Neo TV (Algar, Cabo Natal, Conecta, Conector, Desktop, Ina Telecom, Multiplay, Oops Telecom, RCA Costa do Sol, Sumicity, TCM Mossoró, TVN São Luís, TVN Sul). Além da possibilidade de assistir aos canais pela televisão, os assinantes das operadoras poderão conferir o conteúdo pelo WatchESPN, plataforma de transmissão simultânea dos canais e também de conteúdo exclusivo disponível em aplicativo para Android e iOS e também pelo site ESPN.com.br/watch.

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Entre os destaques da programação no período de sinal aberto estão as partidas da Premier League e Australian Open (campeonatos exclusivos da ESPN) Wimbledon e US Open, semifinais e final da Copa São Paulo Junior, Copa do Brasil Sub-20 e Sub-17, handebol masculino, X Games Aspen; NBA; finais de conferência da NFL em partidas que decidirão o confronto do Super Bowl; além de todos os jogos do futebol internacional, com destaque para os campeonatos Espanhol, Italiano e Alemão.

Parceria Promete! Canal Paramount Channel e NETFLIX! Confira!

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O Paramount Channel anunciou a aquisição de “House Of Cards” e “Orange Is The New Black”, duas das séries originais de maior destaque da Netflix. As séries americanas serão incorporadas à grade de programação do canal e exibidas pela primeira vez na TV paga em toda a América Latina, de forma exclusiva na plataforma.

Com esses acordos, o canal de filmes agora expande a sua oferta de conteúdo e passa a exibir séries de renome. “House Of Cards”, protagonizada por Kevin Spacey e Robin Wright, aborda o mundo da política norte-americana e temas como manipulação e poder. Já “Orange Is The New Black”, criada e produzida por Jenji Kohan com a Lionsgate Television, é uma comédia dramática baseada em um livro autobiográfico que relata as experiências de um grupo de mulheres na prisão – a série é protagonizada por Taylor Schilling, Lauren Prepon, Laverne Fox, Uxo Aduba, entre outros talentos.

“House Of Cards” tem estreia prevista para março e “Orange Is The New Black” está prevista para estrear em abril. As duas produções somam dez prêmios Emmy e quase 70 indicações.

Fonte: Tela Viva.

BRIGA: SKY x FOX não acaba e operadora pode Perder os Canais!

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Os clientes da SKY Brasil, a segunda maior operadora de TV paga do país, podem perder atraçôes importantes como a “Libertadores da América” e séries como “Simpsons” e “The Walking Dead”.

Um comunicado emitido pela própria operadora para seus clientes (cerca de 5 milhões) fala sobre uma possível saída dos canais da programadora FOX.

Barraco de gigantes: Fox e Sky não se entendem na renegociação de contrato.

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De um lado a FOX quer que a SKY integre ao seu line-up (lista de canais) os canais Fox Premium. Esses canais são FOX 1 e FOX Action, que trazem produções exclusivas.

Já a SKY não quer incluir os canais e ter de pagar a mais por eles. O custo maior poderia ser repassado aos assinantes, que não querem pagar um centavo a mais pelo serviço.

Vale ressaltar que a TV paga no país segue perdendo assinantes.

A Fox promete endurecer e retirar todos os seus canais da Sky se os canais Premium não forem abrigados na grade da operadora no novo contrato.Se isso acontecer, milhões de assinantes brasileiros vão perder seus programas favoritos.

Segundo informações obtidas pelo NaTelinha, a negociação não avançou na última semana. O motivo ainda é o mesmo: a Sky não quer carregar os canais premium da Fox, o Fox 1 e Fox Action.

Chamado de Fox Premium, o serviço traz séries da emissora em primeira-mão. A Sky argumenta que o canal ainda não tem produtos extremamente atraentes – séries como “The Walking Dead” e “Vikings” são mostradas por lá em simultâneo com os Estados Unidos.

Outro argumento da operadora é a falta de espaço em seu satélite, algo que já é falado para novos clientes há algum tempo. A Sky promete ter um novo ainda este ano em órbita para uso neste primeiro semestre.

Caso não cheguem em um acordo nos próximos 20 dias, a Fox retirará seus canais da Sky. A programadora está na operadora desde sua fundação, nos anos 90. Caso a saída se confirme, é a segunda empresa que perderá os canais Fox por causa do Fox Premium.

No ano passado, a Oi TV ficou sem emissoras como Fox Sports e FX por não acertar uma renovação de contrato. O impacto agora será maior se acontecer. Como é a segunda maior operadora do país, a Fox certamente perderá números na audiência.

Atualmente, o valor para assinar o Fox Premium é de R$ 14,99. Segundo o NaTelinha apurou, a média de assinantes está abaixo do que a programadora esperava depois de meio ano de serviço lançado.

Qualquer nova informação Postaremos aqui no TAD!

BOMBA: BBC Retira em breve seus Canais da América Latina inclusive Brasil!

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A BBC Worldwide, braço comercial da TV pública britânica, vai encerrar a partir de abril as operações dos canais de TV paga BBC Earth, BBC Entertainment e CBeebies na América Latina. A mudança, segundo a empresa, faz parte de uma nova estratégia de negócios para todo o continente. No Brasil apenas o BBC Earth está disponível hoje aos assinantes.

A empresa atua na região em duas frentes: a distribuição de canais, que agora será encerrada, e o licenciamento de conteúdos para várias plataformas (TV aberta, TV paga e online). Na prática, há um conflito entre elas, pois alguns dos melhores programas dos canais da programadora acabavam entrando em outros canais. Além disso, por ser uma entrante tardia no mercado de pay TV, a BBC teve dificuldade em emplacar seus canais nas principais operadoras.

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No Brasil, as produções exibidas pelo canal BBC Earth poderão ser assistidas em canais como Globo, SBT, Record e nos serviços Netflix, Looke e EnterPlay, que licenciam os conteúdos. A empresa afirma que há uma demanda crescente por conteúdos premium, como”Doctor Who” (exibida no Brasil pelo Syfy), “Sherlock” (disponível na Netflix), “The Hunt” ( Netflix e TV Globo) e, em breve, “Guerra e Paz” (Globo), entre outras. O SBT exibe ainda formatos da TV britânica como “Bake Off Brasil – Mão na Massa” e “What not to wear” (“Esquadrão da Moda”).

O conteúdo em vídeo do canal infantil CBeebies continuará disponível por meio do app CBeebies (plataformas Android e iOS).

“Nossa estratégia para o mercado latino-americano tem conquistado sucesso significativo, com importantes negociações de conteúdo de nossas séries de ficção, drama e documentários junto aos mais importantes canais de TV abertos e fechados, além dos serviços de OTT streaming. Também estamos expandindo nossa presença na região por meio da comercialização da adaptação local de nossos formatos”, disse Anna Gordon, VP executiva e gerente geral da BBC Worldwide para a América Latina e mercado hispânico nos Estados Unidos.

O canal de notícias BBC WorldNews, de propriedade da BBC Global News Ltd, não será afetado pela mudança e continuará a ser transmitido no Brasil e outros países da América Latina.

Fonte: TelaViva News.

Calmaria e Queda no Setor de TV POR ASSINATURA!

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O desempenho do setor de TV por assinatura no Brasil nos últimos seis anos lembra o começo de uma montanha-russa. A partir de 2009, veio a subida íngreme, com crescimento alimentado pelo aumento no consumo da classe C. Em 2015, porém, o carrinho chegou ao topo, de onde dá indícios que vai despencar.

Entre cancelamentos e novas contas, a base de TV por assinatura no Brasil em 2015 encolheu em 500 mil clientes, a maior retração (em números relativos ou absolutos) desde 1994, dado mais recente divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A TV paga se aproximou dos 20 milhões de brasileiros. Tudo indica que demorará para passar a marca. Oscar Simões, presidente da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), resume: “o ano passado foi ruim”. Pior: a situação não tem data para voltar a melhorar. Hoje  a base de assinantes de TV Por Assinatura chega próximo a 19 Milhões apenas, comparado a proximidade dos 20 milhões no ano anterior, com dados atualizados pela ANATEL (Agencia Nacional de Telecomunicações).

Os Problemas e os Principais influenciadores:

Aqui apontamos os principais “Influenciadores” pela queda de assinantes de Tv a Cabo:

-Economia/Crise                                                                                                                                                       -Serviços de Streaming (Netflix, Youtube, Apps, Iptv)                                                                         -Sinal Digital (Gratuito)

O grande culpado dessa crise é a Netflix?

Netflix (Foto: Getty Images)                                                        Netflix (Foto: Getty Images)

 

Estima-se que a Netflix tenha cerca de 4 milhões de clientes no Brasil, ou um quinto de toda a base de TV paga em quatro anos e meio de operação. Segundo as palavras do CEO, Reed Hastings, a empresa está crescendo “como um foguete” no Brasil. Nem a crise, ao que parece, é capaz de diminuir esse ritmo. “Ainda que sejam tempos econômicos apertados, isso não segurou nosso crescimento” local, disse Hastings meses mais tarde.

Muitos desses 4 milhões, sem dúvida, desistiram da TV paga. É o caso de Roberto Muricy, de 36 anos. Após 17 anos como cliente da Net, o publicitário cancelou sua assinatura em novembro. “Achava o custo elevado. De todos os 90 canais [a que tinha acesso], assistia a 4 ou 5”, diz. Agora, só usa Netflix e alguns canais disponíveis no Apple TV.

O principal motivador foi a grana? “Não, foi um conjunto. A questão financeira influenciou, mas foi basicamente falta de uso.” O único problema é que Muricy tem de se programar para ir a casas de amigos ou bares para ver os jogos do São Paulo, seu time do coração. Ele não se arrepende.

Assim como Muricy, há outros. Só não se sabe ao certo quantos. A Netflix é uma sombra sobre as operadoras de TV paga no Brasil, mas é difícil atestar o tamanho do perigo. A empresa norte-americana não divulga informações oficiais sobre quantos usuários tem no Brasil e onde eles estão.

As operadoras de TV paga, por seu lado, alegam que não perceberam cancelamentos nem downgrades (quando o cliente contrata um plano mais barato) que sejam ligados à Netflix. Mas aqui vale o mesmo argumento: é difícil aferir a veracidade da afirmação se as empresas não abrem as informações.

Reed Hastings, do Netflix (Foto: Divulgação)
Reed Hastings, CEO da Netflix: Brasil cresce “como um foguete” (Foto: Divulgação)

Um argumento usado pelas operadoras para tentar explicar por que a Netflix não é um perigo é a qualidade da banda larga no Brasil. É uma desculpa que tinha mais lastro em 2011. Quando a gigante de streaming chegou, só um quinto das conexões do país tinham mais de 2 Mbps, segundo o IBGE.

Hoje, o cenário se inverteu. Dois terços das conexões de banda larga no país são mais rápidas que 2 Mbps, segundo a Akamai, suficiente para assistir ao catálogo da Netflix (a velocidade recomendada é 1,5 Mbps). A velocidade média de conexão é um número que só aumentará nos próximos anos.

Ter Netflix, por outro lado, não significa necessariamente abandonar a TV paga: 84% dos assinantes do serviço de streaming não cancelam suas assinaturas, segundo a consultoria TDG Research. O que muda, segundo o estudo, é a probabilidade de contratar serviços extras, como pay per view(FUTEBOL,FILMES,CANAIS A LA CARTE,e ETC).

Tudo isso faz da Netflix um rival em potencial para o setor. Mas, em 2015, o maior problema foi outro. O que nos leva ao coração da questão…

O grande problema do setor é a TV por satélite

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(Foto: Época NEGÓCIOS)

O grande problema do setor atende por três letras: DTH. Sistema mais popular de TV por assinatura no Brasil, a TV por satélite (ou DTH, sigla de “direct to home”) foi quem afundou o setor em 2015. Sua base diminuiu em 830 mil clientes no ano passado.

No Brasil, o DTH é muito usado em áreas de menor densidade, quando não é vantajoso economicamente ou fácil instalar uma rede cabeada. Em cidades assim, é mais barato que o sinal venha de um satélite.

No caso do Brasil, áreas de menor densidade são também as com menor concentração de renda, segundo Márcio Carvalho, diretor de marketing da América Móvil, dona da Net. Em outras palavras: a TV paga por DTH é muito popular entre os mais pobres, aqueles que sentem os efeitos de uma crise econômica antes de todo mundo.

O DTH pode ser bom para áreas isoladas, mas se tornou um sucesso também dentro das cidades. O modelo de mensalidade mais baixa e planos pré-pagos fez com que o DTH pegasse no Brasil, razão pela qual você vê dezenas de antenas parabólicas cinzas com o logo das operadoras penduradas em janelas de prédios por aí.

Parte do sucesso veio a partir de 2010, com a ascensão da classe C. Para aproveitar essa onda, operadoras lançaram seus serviços DTH, como a Claro TV em 2012 (a partir de uma repaginada do Via Embratel), o Vivo DTH em 2010 (a partir de um serviço semelhante da Telefônica de 2007) e o Oi TV em 2014. Quem já os oferecia, como a Sky desde 1996, cresceu bastante.

O crescimento alto, porém, parou nos últimos dois anos e começou a desacelerar. Em 2015, tão rápido quanto cresceu, o setor passou a despencar.

Antenas offset, as chamadas mini antenas parabólicas (Foto: Reprodução/YouTube)
(Foto: Reprodução/YouTube)

A campeã no quesito foi a Claro TV, que fechou 2015 com 650 mil assinantes a menos, ou quase um quinto da sua base. O resultado foi tão ruim que arrastou os resultados da América Móvil no setor. A Net, outra operação do conglomerado em TV paga, ganhou 365 mil clientes no ano, mas a situação da Claro TV eclipsou o bom desempenho. Em 2016, o cenário continuará assim, para Carvalho: a Claro TV perdendo clientes DTH e a Net ganhando no cabo.

Logo atrás aparece a Sky, com 199 mil assinantes a menos. Procurada, a Sky não quis falar para esta reportagem. Em terceiro ficou a Oi TV, com menos 134 mil clientes. A queda é resultado de uma estratégia azarada da Oi. Após anos fora do setor, a empresa lançou sua Oi TV em março de 2014. Com um preço agressivo, a operadora conseguiu fechar aquele ano como líder em adição de clientes. Em 2015, a estratégia mudou: a Oi aumentou os preços e apostou em convergência. Foi um ano, segundo Bernardo Winik, diretor de varejo da Oi, de transição. A prioridade passou a ser pacotes de TV paga atrelados a conexões de banda larga e linhas telefônicas, o que o mercado chama de triple-play. “O cliente que só queria TV ia pagar mais caro do que se contratasse [o serviço] junto ao combo”, diz. O aumento de preço aliado à crise econômica resultou na perda dos clientes mais pobres.

É esse público que representa um perigo maior que a Netflix, em curto prazo, às operadoras. Quando a situação econômica aperta e as contas em casa começam a atrasar, a TV paga é um dos primeiros cortes.

Alguns estados ganharam novos clientes. Mas não são os que você acha

Gráfico TV paga 3 (Foto: Época NEGÓCIOS)Os números são porcentagens de variação na base de TV paga (Foto: Época NEGÓCIOS)

A teoria de Carvalho, da América Móvil, sobre a popularidade do DTH em estados mais pobres pode ser vista no mapa acima. Nele, estão os estados que mais ganharam e mais perderam clientes de TV paga, em comparação ao tamanho da sua base do serviço. Quem puxa a lista é o Amapá (perda de 14,87% da base), seguido por Alagoas (11,50%), Roraima (10,05%), Rondônia (9,21%), Tocantins (9,14%) e Mato Grosso (6,63%). Nesses estados, quanto mais vermelho, pior. Dos dez estados que mais perderam base relativa, nenhum está no Sudeste ou no Sul.

Os únicos quatro estados que ganharam clientes em relação ao tamanho da base no ano passado, pintados de verde-claro, também não fazem parte das regiões Sul/Sudeste. Menor estado do Brasil, o Sergipe puxa a fila (aumento de 9,79% na base), seguido por Amazonas (3,61%), Piauí (1,25%) e Distrito Federal (0,2%).

Se considerarmos só as conexões físicas, o mercado cresceu em 2015
Como contrapeso à queda abrupta do DTH, 2015 não foi um ano tão ruim para as conexões físicas. O sistema a cabo ganhou 296 mil assinantes, e a fibra óptica (conhecida no setor como o Fiber to the Home, FTTH) ganhou 75 mil, graças a serviços como o Vivo Fibra.

Em números absolutos, quem teve o melhor resultado em número de novos clientes foi a Net (365 mil a mais). Mas os péssimos resultados da Claro TV a soterraram e fizeram com que a América Móvil, dona de ambos os negócios, encerrasse o ano no vermelho. A Vivo ganhou 129 mil clientes e não teve outro serviço que a puxasse, o que mostra um desempenho melhor. “Investimos muito em alta definição. Isso ajudou muito”, diz Ricardo Sanfelice, vice-presidente da Vivo.

Não à toa, as duas empresas têm negócios sólidos de banda larga. “Nossa estratégia de banda larga, da GVT ou da Vivo com fibra óptica, ajuda a alavancar o de TV por assinatura”, diz Sanfelice. Um negócio puxa o outro. Resultado: em receita, a TV da operadora espanhola (aumento de 22,6%) cresceu mais que a banda larga (11,7%).

As vantagens de vender combos (com TV, internet e telefone), e não serviços separados, são claras: a margem de lucro é maior e a probabilidade que o cliente vá cancelar o serviço frente a qualquer instabilidade econômica é menor. “A hora em que coloco a TV dentro de um combo, a taxa de desligamento cai 50%”, diz Winik, da Oi. A operadora aprendeu na prática a amarga lição em 2015.

TV por assinatura parece um gasto sensível a crises econômicas

Gráfico TV paga 4 (Foto: Época NEGÓCIOS) (Foto: Época NEGÓCIOS)

Antes de 2015, a base de TV paga só tinha caído em outro ano desde 1994: 2002. Foi o ano da eleição presidencial que levaria Luís Inácio Lula da Silva ao seu primeiro mandato. O Brasil enfrentou uma crise de desconfiança que descambou para a disparada cambial.

Há duas explicações para a crise. Por um lado, o mercado financeiro via com receio as medidas econômicas que Lula tomaria ao ser empossado. Por outro, economistas como Luiz Carlos Bresser-Pereira alegavam que o problema eram as semelhanças que a economia brasileira demonstrava com a argentina, então atravessando uma das suas piores crises econômicas.

Em dez meses, o capital estrangeiro fugiu do país e a bolsa caiu 31,8%. O dólar disparou 56,24% e chegou a R$ 3,99, maior cotação até 2015. No fim das contas, a crise não impediu que o PIB crescesse 1,52%. Mas, frente às incertezas, muitos brasileiros cancelaram sua assinatura de TV paga. A base começou 2013 com 50 mil clientes a menos.

É um filme que se repetiu em 2015, com intensidade maior. A crise econômica, segundo as empresas do setor, é o grande culpado pela tropeçada. Muitos brasileiros, com a retração na economia brasileira e o aumento no desemprego, cancelaram seus planos de TV por assinatura.

A queda pegou o setor de surpresa. Há um ano, a ABTA estimava que, em dezembro de 2015, 19,9 milhões de brasileiros contariam com o serviço em suas casas, o mesmo número de janeiro. “A notícia boa, se é que há notícia boa, é que a queda foi menor que a média da economia (2,68% ante 3,8%, na ordem)”, diz o presidente Simões.
Mas o setor já tinha desacelerado antes da crise…

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Voltar a crescer não será tarefa simples. A explicação vai além do cenário econômico. Há uma tendência de desaceleração no crescimento do setor, que começou quando a economia ainda não dava indícios de recessão.

A partir de 2013, o crescimento no número de conexões de TV por assinatura, que vinha estável nos quatro anos anteriores, começou a cair. No ano passado, a variação virou negativa. Em outras palavras, o mercado passou a encolher.

O péssimo momento deverá continuar em 2016. Segundo Simões, da  ABTA, mais brasileiros deverão cancelar suas contas de TV por assinatura neste ano. Quantos, ele ainda não sabe. É uma impressão compartilhada com a maioria das operadoras.

Agora resta saber até quando esse crescimento a queda desenfreado no serviços de TV POR ASSINATURA vai se repercutir? oque restá é acompanhar e estar a tento ao mercado sempre pesquisando e comparando as melhores opções ok?! e o TAD te mantem informado c e por dentro de todas as novidades do setor!

Fonte colaborativa: Época Negócios, Anatel.

 

 

Vem Aí a Nova Edição da “ABTA” 2016 veja as Novidades!

A Feira e Congresso ABTA é referência nos debates sobre os rumos do mercado de TV por assinatura, com foco na inovação em serviços de vídeo. Destaque para novas tecnologias e soluções de distribuição de conteúdo como vídeo sob-demanda, IPTV, plataformas over-the-top (OTT), publicidade, satélites, TI, além das crescentes inovações na distribuição de conteúdos lineares e em alta definição.

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As novidades da ABTA 2016, que acontece entre os dias 29 de junho a 1º de julho. O evento vai discutir o futuro da TV por assinatura, mas não há nenhum seminário específico sobre o 4K.

Tecnologia 4K ou ULTRA HD!

O 4K, ou UHD – Ultra High Definition, vem ganhando espaço na casa dos brasileiros nos últimos meses. Os televisores com a tecnologia que promete 4 vezes mais definição que os Full HD estão com preços cada vez mais competitivos. Há modelos para todo gosto e bolso e já encontramos em promoções modelos com valor inferior a 2 mil reais.

4K na TV paga:

Duas operadoras já deram os primeiros passos para a chegada de conteúdo 4K na televisão por assinatura no Brasil. No mês de maio, a ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações – homologou dois modelos Sagemcom para as operadoras Vivo e Claro, ambas via satélite.

CLARO HDTV – 4K ULTRA HD

A Claro vem com o modelo DSI384, mais simples e com menos recursos. O novo receptor tem duas opções de saída de vídeo: HDMI (que permite a qualidade 4K, quando disponível) e Vídeo composto (para conexão em televisores mais simples). O equipamento permitirá resoluções de 3840×2160 p60 e 4096×2160 p60. Já sendo compatível com os padrões HEVC, H265 e VP9.

VIVO TV (DTH-FIBRA) 4K ULTRA HD


Já a Vivo parece apostar mais alto no segmento e teve um modelo homologado mais “parrudo”. Além das qualidades já notadas no receptor da Claro, o modelo da Vivo trará ainda um disco rígido interno para gravação da programação (o DVR) e permitirá conexões com a internet através de um modem WiFi interno.

Previsão?: 
Os receptores foram homologados, mas ainda não há previsão de lançamento comercial. Muito provavelmente, a homologação se deu para que as operadoras pudessem realizar testes internos e demonstrações durante eventos especiais. Então, não adianta correr e ligar para a operadora pedindo migração imediata para um plano 4K, pois ele ainda não existe.

Outro problema é a falta de conteúdo 4K atualmente no mercado. Temos pouquíssimo conteúdo disponível e ainda não há nenhum canal linear comercial disponível. Então, calma, muita calma que o mercado ainda é muito recente e ainda estamos vendo as fases de testes.

Fase de Testes:

A Claro HDTV testou há algumas semanas duas transmissões em 4K no seu satélite. A programação exibia um vídeo em looping, que se repetia ao longo do dia. Mas isto significa que já vão lançar? Não sei a resposta, talvez sejam testes para verificar o comportamento do sinal, taxa de compressão necessária, tamanho mínimo de antena necessário, viabilidade comercial diante do espaço disponível e a quantidade de canais a serem transmitidos. Enfim, estamos com mais perguntas que respostas.

No exterior 4K Ativo pela VODAFONE:

Em outros países já começam a surgir os primeiros planos comerciais com conteúdo 4K. A Vodafone Portugal lançou recentemente seu receptor 4K (Imagem acima).

A operadora já oferece os canais Funbox 4K UHD e Insight TV UHD.

8K Transmissões:

A Globo e a NHK farão durante os Jogos Olímpicos a primeira transmissão terrestre em tempo real com conteúdo 8K (oito vezes maior que o Full HDTV). Será experimental e com recepção controlada.

8K TESTES:

A operadora Docomo e a Nokia realizaram recentemente a primeira transmissão ao vivo em 8K utilizando uma rede móvel em 5G, que permite velocidades superiores às conseguidas atualmente com a tecnologia 4G.
*Em breve você confere aqui no TAD durante a Semana da ABTA 2016 as maiores novidades e lançamentos exclusivos da Feira!