1º Programa do TAD no AR! e Mais Confira!

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Conforme comunicamos aqui no site sobre a evolução do nosso “Canal” agora no Youtube! É com Exclusividade que anunciamos aqui em primeira mão nosso 1ºPrograma do Canal Assista, interaja com comentários, curta e se inscreva-se para não perder nenhuma novidade!

A Seguir confira nossos primeiros vídeos! com Informação, Entretenimento e Cultura. Vale Lembrar que Teremos Sorteio! Participe e Concorra na nossa “Review” abaixo!

Programa #01: Fim do Sinal Analógico/ Queda na TV a Cabo e Internet Via Satélite!

Briga de Gigantes: Streamings + Nova Série Exclusiva da Amazon Prime!

Review Completa de “Rogue One e Livro” + SORTEIO Exclusivo!

#Apresentação: Caio Felipe.

*Agradecimento pela  participação de Welson Pereira, dentre os comentários de Streaming, e Rogue One!

 Fique Atento:                                                                                                                     

Em Breve Novos Vídeos! Toda Sexta Feira ás 21hs da Noite!

Calmaria e Queda no Setor de TV POR ASSINATURA!

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O desempenho do setor de TV por assinatura no Brasil nos últimos seis anos lembra o começo de uma montanha-russa. A partir de 2009, veio a subida íngreme, com crescimento alimentado pelo aumento no consumo da classe C. Em 2015, porém, o carrinho chegou ao topo, de onde dá indícios que vai despencar.

Entre cancelamentos e novas contas, a base de TV por assinatura no Brasil em 2015 encolheu em 500 mil clientes, a maior retração (em números relativos ou absolutos) desde 1994, dado mais recente divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A TV paga se aproximou dos 20 milhões de brasileiros. Tudo indica que demorará para passar a marca. Oscar Simões, presidente da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), resume: “o ano passado foi ruim”. Pior: a situação não tem data para voltar a melhorar. Hoje  a base de assinantes de TV Por Assinatura chega próximo a 19 Milhões apenas, comparado a proximidade dos 20 milhões no ano anterior, com dados atualizados pela ANATEL (Agencia Nacional de Telecomunicações).

Os Problemas e os Principais influenciadores:

Aqui apontamos os principais “Influenciadores” pela queda de assinantes de Tv a Cabo:

-Economia/Crise                                                                                                                                                       -Serviços de Streaming (Netflix, Youtube, Apps, Iptv)                                                                         -Sinal Digital (Gratuito)

O grande culpado dessa crise é a Netflix?

Netflix (Foto: Getty Images)                                                        Netflix (Foto: Getty Images)

 

Estima-se que a Netflix tenha cerca de 4 milhões de clientes no Brasil, ou um quinto de toda a base de TV paga em quatro anos e meio de operação. Segundo as palavras do CEO, Reed Hastings, a empresa está crescendo “como um foguete” no Brasil. Nem a crise, ao que parece, é capaz de diminuir esse ritmo. “Ainda que sejam tempos econômicos apertados, isso não segurou nosso crescimento” local, disse Hastings meses mais tarde.

Muitos desses 4 milhões, sem dúvida, desistiram da TV paga. É o caso de Roberto Muricy, de 36 anos. Após 17 anos como cliente da Net, o publicitário cancelou sua assinatura em novembro. “Achava o custo elevado. De todos os 90 canais [a que tinha acesso], assistia a 4 ou 5”, diz. Agora, só usa Netflix e alguns canais disponíveis no Apple TV.

O principal motivador foi a grana? “Não, foi um conjunto. A questão financeira influenciou, mas foi basicamente falta de uso.” O único problema é que Muricy tem de se programar para ir a casas de amigos ou bares para ver os jogos do São Paulo, seu time do coração. Ele não se arrepende.

Assim como Muricy, há outros. Só não se sabe ao certo quantos. A Netflix é uma sombra sobre as operadoras de TV paga no Brasil, mas é difícil atestar o tamanho do perigo. A empresa norte-americana não divulga informações oficiais sobre quantos usuários tem no Brasil e onde eles estão.

As operadoras de TV paga, por seu lado, alegam que não perceberam cancelamentos nem downgrades (quando o cliente contrata um plano mais barato) que sejam ligados à Netflix. Mas aqui vale o mesmo argumento: é difícil aferir a veracidade da afirmação se as empresas não abrem as informações.

Reed Hastings, do Netflix (Foto: Divulgação)
Reed Hastings, CEO da Netflix: Brasil cresce “como um foguete” (Foto: Divulgação)

Um argumento usado pelas operadoras para tentar explicar por que a Netflix não é um perigo é a qualidade da banda larga no Brasil. É uma desculpa que tinha mais lastro em 2011. Quando a gigante de streaming chegou, só um quinto das conexões do país tinham mais de 2 Mbps, segundo o IBGE.

Hoje, o cenário se inverteu. Dois terços das conexões de banda larga no país são mais rápidas que 2 Mbps, segundo a Akamai, suficiente para assistir ao catálogo da Netflix (a velocidade recomendada é 1,5 Mbps). A velocidade média de conexão é um número que só aumentará nos próximos anos.

Ter Netflix, por outro lado, não significa necessariamente abandonar a TV paga: 84% dos assinantes do serviço de streaming não cancelam suas assinaturas, segundo a consultoria TDG Research. O que muda, segundo o estudo, é a probabilidade de contratar serviços extras, como pay per view(FUTEBOL,FILMES,CANAIS A LA CARTE,e ETC).

Tudo isso faz da Netflix um rival em potencial para o setor. Mas, em 2015, o maior problema foi outro. O que nos leva ao coração da questão…

O grande problema do setor é a TV por satélite

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(Foto: Época NEGÓCIOS)

O grande problema do setor atende por três letras: DTH. Sistema mais popular de TV por assinatura no Brasil, a TV por satélite (ou DTH, sigla de “direct to home”) foi quem afundou o setor em 2015. Sua base diminuiu em 830 mil clientes no ano passado.

No Brasil, o DTH é muito usado em áreas de menor densidade, quando não é vantajoso economicamente ou fácil instalar uma rede cabeada. Em cidades assim, é mais barato que o sinal venha de um satélite.

No caso do Brasil, áreas de menor densidade são também as com menor concentração de renda, segundo Márcio Carvalho, diretor de marketing da América Móvil, dona da Net. Em outras palavras: a TV paga por DTH é muito popular entre os mais pobres, aqueles que sentem os efeitos de uma crise econômica antes de todo mundo.

O DTH pode ser bom para áreas isoladas, mas se tornou um sucesso também dentro das cidades. O modelo de mensalidade mais baixa e planos pré-pagos fez com que o DTH pegasse no Brasil, razão pela qual você vê dezenas de antenas parabólicas cinzas com o logo das operadoras penduradas em janelas de prédios por aí.

Parte do sucesso veio a partir de 2010, com a ascensão da classe C. Para aproveitar essa onda, operadoras lançaram seus serviços DTH, como a Claro TV em 2012 (a partir de uma repaginada do Via Embratel), o Vivo DTH em 2010 (a partir de um serviço semelhante da Telefônica de 2007) e o Oi TV em 2014. Quem já os oferecia, como a Sky desde 1996, cresceu bastante.

O crescimento alto, porém, parou nos últimos dois anos e começou a desacelerar. Em 2015, tão rápido quanto cresceu, o setor passou a despencar.

Antenas offset, as chamadas mini antenas parabólicas (Foto: Reprodução/YouTube)
(Foto: Reprodução/YouTube)

A campeã no quesito foi a Claro TV, que fechou 2015 com 650 mil assinantes a menos, ou quase um quinto da sua base. O resultado foi tão ruim que arrastou os resultados da América Móvil no setor. A Net, outra operação do conglomerado em TV paga, ganhou 365 mil clientes no ano, mas a situação da Claro TV eclipsou o bom desempenho. Em 2016, o cenário continuará assim, para Carvalho: a Claro TV perdendo clientes DTH e a Net ganhando no cabo.

Logo atrás aparece a Sky, com 199 mil assinantes a menos. Procurada, a Sky não quis falar para esta reportagem. Em terceiro ficou a Oi TV, com menos 134 mil clientes. A queda é resultado de uma estratégia azarada da Oi. Após anos fora do setor, a empresa lançou sua Oi TV em março de 2014. Com um preço agressivo, a operadora conseguiu fechar aquele ano como líder em adição de clientes. Em 2015, a estratégia mudou: a Oi aumentou os preços e apostou em convergência. Foi um ano, segundo Bernardo Winik, diretor de varejo da Oi, de transição. A prioridade passou a ser pacotes de TV paga atrelados a conexões de banda larga e linhas telefônicas, o que o mercado chama de triple-play. “O cliente que só queria TV ia pagar mais caro do que se contratasse [o serviço] junto ao combo”, diz. O aumento de preço aliado à crise econômica resultou na perda dos clientes mais pobres.

É esse público que representa um perigo maior que a Netflix, em curto prazo, às operadoras. Quando a situação econômica aperta e as contas em casa começam a atrasar, a TV paga é um dos primeiros cortes.

Alguns estados ganharam novos clientes. Mas não são os que você acha

Gráfico TV paga 3 (Foto: Época NEGÓCIOS)Os números são porcentagens de variação na base de TV paga (Foto: Época NEGÓCIOS)

A teoria de Carvalho, da América Móvil, sobre a popularidade do DTH em estados mais pobres pode ser vista no mapa acima. Nele, estão os estados que mais ganharam e mais perderam clientes de TV paga, em comparação ao tamanho da sua base do serviço. Quem puxa a lista é o Amapá (perda de 14,87% da base), seguido por Alagoas (11,50%), Roraima (10,05%), Rondônia (9,21%), Tocantins (9,14%) e Mato Grosso (6,63%). Nesses estados, quanto mais vermelho, pior. Dos dez estados que mais perderam base relativa, nenhum está no Sudeste ou no Sul.

Os únicos quatro estados que ganharam clientes em relação ao tamanho da base no ano passado, pintados de verde-claro, também não fazem parte das regiões Sul/Sudeste. Menor estado do Brasil, o Sergipe puxa a fila (aumento de 9,79% na base), seguido por Amazonas (3,61%), Piauí (1,25%) e Distrito Federal (0,2%).

Se considerarmos só as conexões físicas, o mercado cresceu em 2015
Como contrapeso à queda abrupta do DTH, 2015 não foi um ano tão ruim para as conexões físicas. O sistema a cabo ganhou 296 mil assinantes, e a fibra óptica (conhecida no setor como o Fiber to the Home, FTTH) ganhou 75 mil, graças a serviços como o Vivo Fibra.

Em números absolutos, quem teve o melhor resultado em número de novos clientes foi a Net (365 mil a mais). Mas os péssimos resultados da Claro TV a soterraram e fizeram com que a América Móvil, dona de ambos os negócios, encerrasse o ano no vermelho. A Vivo ganhou 129 mil clientes e não teve outro serviço que a puxasse, o que mostra um desempenho melhor. “Investimos muito em alta definição. Isso ajudou muito”, diz Ricardo Sanfelice, vice-presidente da Vivo.

Não à toa, as duas empresas têm negócios sólidos de banda larga. “Nossa estratégia de banda larga, da GVT ou da Vivo com fibra óptica, ajuda a alavancar o de TV por assinatura”, diz Sanfelice. Um negócio puxa o outro. Resultado: em receita, a TV da operadora espanhola (aumento de 22,6%) cresceu mais que a banda larga (11,7%).

As vantagens de vender combos (com TV, internet e telefone), e não serviços separados, são claras: a margem de lucro é maior e a probabilidade que o cliente vá cancelar o serviço frente a qualquer instabilidade econômica é menor. “A hora em que coloco a TV dentro de um combo, a taxa de desligamento cai 50%”, diz Winik, da Oi. A operadora aprendeu na prática a amarga lição em 2015.

TV por assinatura parece um gasto sensível a crises econômicas

Gráfico TV paga 4 (Foto: Época NEGÓCIOS) (Foto: Época NEGÓCIOS)

Antes de 2015, a base de TV paga só tinha caído em outro ano desde 1994: 2002. Foi o ano da eleição presidencial que levaria Luís Inácio Lula da Silva ao seu primeiro mandato. O Brasil enfrentou uma crise de desconfiança que descambou para a disparada cambial.

Há duas explicações para a crise. Por um lado, o mercado financeiro via com receio as medidas econômicas que Lula tomaria ao ser empossado. Por outro, economistas como Luiz Carlos Bresser-Pereira alegavam que o problema eram as semelhanças que a economia brasileira demonstrava com a argentina, então atravessando uma das suas piores crises econômicas.

Em dez meses, o capital estrangeiro fugiu do país e a bolsa caiu 31,8%. O dólar disparou 56,24% e chegou a R$ 3,99, maior cotação até 2015. No fim das contas, a crise não impediu que o PIB crescesse 1,52%. Mas, frente às incertezas, muitos brasileiros cancelaram sua assinatura de TV paga. A base começou 2013 com 50 mil clientes a menos.

É um filme que se repetiu em 2015, com intensidade maior. A crise econômica, segundo as empresas do setor, é o grande culpado pela tropeçada. Muitos brasileiros, com a retração na economia brasileira e o aumento no desemprego, cancelaram seus planos de TV por assinatura.

A queda pegou o setor de surpresa. Há um ano, a ABTA estimava que, em dezembro de 2015, 19,9 milhões de brasileiros contariam com o serviço em suas casas, o mesmo número de janeiro. “A notícia boa, se é que há notícia boa, é que a queda foi menor que a média da economia (2,68% ante 3,8%, na ordem)”, diz o presidente Simões.
Mas o setor já tinha desacelerado antes da crise…

Gráfico TV paga 5 (Foto: Época NEGÓCIOS) (Foto: Época NEGÓCIOS)

Voltar a crescer não será tarefa simples. A explicação vai além do cenário econômico. Há uma tendência de desaceleração no crescimento do setor, que começou quando a economia ainda não dava indícios de recessão.

A partir de 2013, o crescimento no número de conexões de TV por assinatura, que vinha estável nos quatro anos anteriores, começou a cair. No ano passado, a variação virou negativa. Em outras palavras, o mercado passou a encolher.

O péssimo momento deverá continuar em 2016. Segundo Simões, da  ABTA, mais brasileiros deverão cancelar suas contas de TV por assinatura neste ano. Quantos, ele ainda não sabe. É uma impressão compartilhada com a maioria das operadoras.

Agora resta saber até quando esse crescimento a queda desenfreado no serviços de TV POR ASSINATURA vai se repercutir? oque restá é acompanhar e estar a tento ao mercado sempre pesquisando e comparando as melhores opções ok?! e o TAD te mantem informado c e por dentro de todas as novidades do setor!

Fonte colaborativa: Época Negócios, Anatel.

 

 

Sinal Analógico: EAD pede adiantamento para o Desligamento do Sinal em SP!

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Empresa Administradora da Digitalização (EAD) protocolou na semana passada um pedido ao Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para que reveja a data de desligamento dos sinais de TV analógica na cidade de São Paulo (previsto para o final de março).

O problema alegado pela EAD é que com as discussões alongadas sobre a definição da configuração da caixa que seria utilizada, o prazo para a viabilização logística da fabricação e importação das caixas ficou arriscado, podendo comprometer o trabalho de distribuição na capital paulista. Além disso, existe uma questão técnica, já que o desligamento simultâneo de algumas cidades no interior (para além da região metropolitana) seria importante para assegurar o mínimo de interferência na cidade de São Paulo.

A ideia original era passar para o final de setembro, quando as demais cidades do interior de São Paulo seriam desligadas, mas algumas teles consideram esse adiamento demasiado. A proposta da EAD seria apenas postergar para agosto. Nesse caso,  o problema será convencer os radiodifusores do adiamento, já que para que o desligamento são necessários investimentos em transmissão. As emissoras de TV esperam ter uma posição ainda esta semana.

SOBRE O DESLIGAMENTO DO SINAL ANALÓGICO NO BRASIL:

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O desligamento da TV analógica no Brasil, que antes estava previsto para 2016, será adiado em dois anos. O Ministério das Comunicações precisará alterar o texto do decreto que regulamenta a implantação da TV digital no país, e o processo de transição da tecnologia deverá durar três anos. O motivo da mudança é bem simples: boa parte das famílias ainda não têm conversores ou TVs digitais em casa.

A notícia chega menos de uma semana após o próprio ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, garantir que o fim da TV analógica aconteceria no dia 30 de junho de 2016. A declaração foi feita no programa Bom Dia Ministro, transmitido pela estatal NBR.

Quando a TV digital começou a ser implantada no Brasil, em dezembro de 2007, a ideia era desligar os canais analógicos, em todo o país, no mesmo ano. Agora, a história é diferente: o início do desligamento ficará para 2015, e o fim dos canais analógicos acontecerá gradualmente, estado por estado, até 2018.

Ainda não sabemos quando cada cidade terá o sinal analógico cortado, mas o Ministério das Comunicações pretende divulgar um cronograma no próximo mês. O desligamento acontecerá antes nas grandes cidades e haverá um teste-piloto ainda este ano para “verificar eventuais falhas”.

O ministro declarou que “não podemos desligar o analógico com as pessoas recebendo televisão antiga, não vai dar certo”. Vale lembrar que o governo apresentou recentemente um programa apelidado de Bolsa Novela, que vai conceder benefícios fiscais e facilitar o crédito para a compra de TVs e conversores digitais – só que o projeto ainda está em estudo.

Com a decisão, o 4G de 700 MHz pode acabar chegando tarde para algumas cidades, já que essa faixa é usada pelas TVs analógicas que ocupam os canais 52 a 59. Entretanto, o Ministério das Comunicações afirma que a faixa já está desocupada em mais de 4,7 mil municípios brasileiros – há problemas em 885 cidades, onde os canais deverão ser remanejados.

DÚVIDAS SOBRE O DESLIGAMENTO E QUAIS O MOTIVOS? CONFIRA:

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O Brasil deu início ao processo de desligamento no sinal analógico de televisão no Brasil. Após realizar testes em Rio Verde (GO) no início de 2016, Brasília e nove cidades goianas próximas à capital federal passam pelas mudanças de sinal até 11 de novembro ¬– em março do ano que vem, São Paulo também deve passar pela mudança. Confira abaixo as respostas às perguntas mais comuns sobre o assunto:

Por que o sinal analógico está sendo desligado no Brasil?

A melhor qualidade do sinal digital é um dos motivos para explicar o processo. Além disso, vários canais de televisão analógicos ocupam frequências na faixa 700 MHz, que será utilizada para outra finalidade. O desligamento do sinal analógico destes canais e o remanejamento dos digitais para outra faixa, vai permitir que operadoras de celular usem essas frequências para melhorar o serviço de 4G oferecido no território nacional. Essa liberação aconteceu através de leilão promovido pela Anatel no final de 2014, onde as empresas interessadas compraram o direito de explorar as frequências. De qualquer forma, essas mudanças só poderão acontecer depois que todo o país passar pela digitalização do sinal de TV, no final de 2018.

Quando vão desligar o sinal analógico na minha cidade?

A cidade de Rio Verde (GO), foi a primeira a ter seu sinal totalmente convertido para digital, em caráter de teste, no início de 2016. Em Brasília, o processo começou nesta semana e vai até 17 de novembro. São Paulo será a próxima capital a passar pela migração, que está planejada para em março do ano que vem. Durante o ano de 2017, outras grandes capitais brasileiras devem passar pelo processo: Goiânia em maio; Belo Horizonte, Fortaleza, Recife e Salvador em julho; Vitória e Rio de Janeiro em outubro. Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre esperarão até janeiro de 2018.

O que muda com o sinal digital?

A principal mudança é a qualidade da imagem, que diferentemente do sinal analógico, passa a ter alta definição. O salto é de 704 x 480 linhas de pixels para 1.920 x 1.080 linhas de pixels na resolução das imagens. Na prática, as imagens ficarão mais nítidas para os espectadores, o que aumenta a quantidade de detalhes percebidos.

Como descubro se meu sinal ainda é analógico?

As emissoras exibirão, durante sua programação, um símbolo que indique o uso do sinal analógico. A Rede Globo, por exemplo, utiliza uma letra “A” para alertar seus telespectadores. Se sua televisão já for digital, mas a antena for analógica, a imagem ficará borrada.

Como saber se minha TV é compatível com o sinal digital?

Todos os televisores de ao menos 26 polegadas fabricados a partir de 2011 têm, segundo norma do governo, conversor digital integrado. Além disso, outra forma de checar é a presença da indicação “DTV” no aparelho.

Como faço para ter acesso ao sinal digital?

Para se adequar ao sinal digital, são necessárias uma antena e uma televisão que recebam esse tipo de transmissão. Caso o modelo do televisor seja incompatível, é possível comprar um conversor.

Quem pode ganhar um conversor de graça?

Beneficiários inscritos no Bolsa Família e no Cadastro Único do Ministério de Desenvolvimento Social e Agrário têm direito a receber conversores. Quem se enquadrar nesses critérios e morar em cidades como Brasília, Águas Lindas, Cidade Ocidental, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Planaltina de Goiás, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiás, pode ligar no número de telefone 147 e agendar a retirada do kit. Outras cidades ainda não estão fazendo o agendamento.

Quais sinais indicam que a transmissão analógica está sendo desligada na minha cidade?

As emissoras geradoras, que geram conteúdo para todo o País, vão exibir um aviso fixo informando que o sinal analógico foi desligado, mas que o conteúdo está disponível na transmissão digital. Os canais de retransmissoras ficarão simplesmente pretos, sem conteúdo nem aviso em exibição.

SAIBA TUDO: FIM DO BLUE BOX LIVE TIM! E AGORA?

Set-Up Box_timA TIM começou a enviar a clientes um aviso de que o Blue Box será encerrado em 29 de fevereiro. O produto, anunciado em 2014, mas lançado apenas em meados de 2015, é um set-top box com sintonizador digital e capacidade de baixar aplicativos. Entre os apps que trazia estavam o Netflix e a Self TV, este último da TV Alphaville e que permitia aos assinantes Live TIM em São Paulo e Rio de Janeiro assinar canais da operadora de TV.

A companhia não deu muitos detalhes no comunicado. Diz apenas que o produto Live TIM Blue Box será descontinuado e a comercialização suspensa. “Em 29/02/16 o serviço será cancelado, mas atuais clientes poderão continuar utilizando o serviço Live TIM Blue Box normalmente até esta data”. O encerramento não impacta a oferta de ultra banda larga em fibra da companhia.

MAS O QUE DE FATO ACONTECEU PARA CHEGAR AO FIM?!

No ano passado, fontes ouvidas pelo site Tele.Síntese afirmaram que o produto havia encalhado. A ideia inicial era de distribuição ao varejo, além de vendas na loja online da operadora. Mas a distribuição ao varejo nunca aconteceu. Teriam sido colocados à venda cerca de 10 mil unidades, mas apenas 4 mil foram vendidas.

Mas revela que o desaquecimento da economia foi crucial para a decisão. “O atual cenário macroeconômico motivou a decisão de descontinuar o Blue Box e interromper as vendas do serviço”, diz, em nota. Ela está orientando os clientes de serviços por assinatura integrados à caixinha, como Self TV ou Netflix, a realizar o cancelamento da conta com o parceiro. “A TIM informa que continua avaliando novos modelos de negócio envolvendo os segmentos de entretenimento e conteúdo”, acrescenta.

MAS e AGORA! Como fica?
O projeto, no entanto, não está morto. A TV Alphaville promete encampar a inciativa, assumindo vendas e distribuição, e mantendo o uso da rede da TIM para transmissão dos conteúdos da Self TV. “Há muito potencial, a rede de fibra da Live TIM acrescenta 20 mil, 40 mil usuários por mês”, diz Cristina Budeu, CEO da TV Alphaville. A TV Alphaville estaria fechando os últimos detalhes do novo modelo com a TIM, no qual também a MTel, desenvolvedora da plataforma, estaria disposta a entrar como sócia.

Cristina diz que pouco vai mudar para os consumidores que assinaram a Self TV – cerca de 500. Eles continuam a pagar a mensalidade da TV paga normalmente. Também afirma que não haverá mudança no preço do aparelho (cerca de R$ 600), nem da assinatura da Self TV (a partir de R$ 30). “O produto não vai mais chamar Blue Box, vai ter outro nome. Mas vamos tentar fechar acordos também com várias outras redes”, antecipa.

A própria TV Alphaville, acrescenta, tentará renovar o acordo com a Netflix para manter a distribuição do app pela nova caixa. Programadoras também vão colocar seus apps OTT ali, como a Fox, que já teria aceitado instalar o Fox Play, e a Turner, que deve oferecer o Cartoon Go.

Resta então para aguardarmos por boas noticias e esperar por novidades, assim que tivermos informação postaremos aqui no TAD! fique conectado assine nossa newsletters e recebe as novidades a cada post novo por e-mail!

Urgente: Live Tim Descontinuará o serviço Blue Box!

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A Tim enviou hoje, 29 de janeiro, e-mail a todos os assinantes da Banda Larga que também possuem o serviço Live Tim Blue Box, informando a descontinuação e suspensão do Serviço:
Blue Box

LIVE TIM BLUE BOX

O produto Live TIM Blue Box será descontinuado e a comercialização suspensa.

Em 29/02/16 o serviço será cancelado, mas atuais clientes poderão continuar utilizando o serviço Live TIM Blue Box normalmente até esta data. E a ultra internet fixa Live TIM não sofrerá alteração, permanecendo ativa, pois o funcionamento da mesma não será afetado.

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  • Self TV

    Para clientes que assinaram os canais por assinatura Self TV, o cancelamento deverá ser realizado diretamente pelos clientes no site selftv.com.br.

  • Netflix

    Para clientes que assinaram a Netflix, caso queiram, o cancelamento deverá ser realizado diretamente pelos clientes no site www.netflix.com.

NETFLIX teve Crescimento de 4,3 Milhões em Novos Assinantes e assusta TV PAGA!

O Netflix anunciou na última terça-feira (20) que registrou receita 26,3% maior no quarto trimestre de 2014. Entre outubro e dezembro, o serviço de streaming de vídeos captou 4,3 milhões de assinantes líquidos em todo o mundo, superando a previsão que havia feito de acrescentar 4 milhões de assinantes.

Com isso, a companhia agora possui 57,4 milhões de assinantes em todo o mundo. A expectativa é terminar 2015 com 61,4 milhões de clientes.

As ações da Netflix subiram mais de 13% após fechamento do pregão regular. O lucro líquido da empresa subiu a US$ 83,4 milhão, ou US$ 1,35 por ação no quarto trimestre, alta de 73% sobre os US$ 48,4 milhões, ou US$ 0,79 por ação, registrados um ano antes. A receita subiu para US$ 1,48 bilhão, acima do US$ 1,18 bilhão registrado um ano antes.

Em Comparação com a TV POR ASSINATURA no Brasil que fechou o 4º Trimestre de 2014 com pouco mais de 19 Milhões de Assinantes, por enquanto ainda não alcançou a faixa dos 20 Milhões de Assinantes! o que acaba preocupando as grandes operadoras, que não deixa de inovar no marketing!

O Fato é: os valores dos pacotes, a tecnologia sem novidades e o pouco conteúdo explorado pelas operadoras acaba desviando a atenção dos assinantes ao serviço On Demand via Streaming do NETFLIX que além de oferecer um ótimo custo (A partir de 19,90) é mais vantajoso pro assinante acompanhar filmes e séries OBS: Em Lançamentos! e a hora que quiser!, no Netflix o assinante comanda sua própria programação ao seu tempo e as suas escolhas!

Fonte: Informações do G1, o portal de notícias da Globo.

Edição e Comentários: TAD.

TV ABERTA: Rede Brasil Estréia nova Logomarca e muitas Séries/Filmes e Desenhos Clássicos na programação!

 

O Canal Aberto Rede Brasil (RBTV) está de cara nova o canal estreou sua nova Logo Marca! (Foto) na última Segunda do dia 14/07 e estreia uma nova programação. A partir de agora, os blocos de séries clássicas passam a exibir as seguintes séries:

Batman, Kojak, Magnum, Casal 20, Baretta, A Mulher Maravilha e Os Waltons. As dublagens são as originais do Brasil.

Para quem é mais jovem, vai curtir também a estreia de Jaspion e do anime Sailor Moon.

Ultraseven foi uma promessa de voltar à programação, mas, ao menos por enquanto, não está programado, assim como a mais recente Power Rangers.

Há também a estreia da “Sessão Desenho” e a volta da “Sessão Animada”, mas a emissora ainda não divulgou quais títulos vão ser exibidos (já foram exibidos Mr. Magoo, A Pantera Cor-de-Rosa e Piu-Piu e Frajola).

o Canal é  reconhecido nacionalmente por suas exibições de Séries e Filmes Antigos, em sua grade de programação! fique ligado e saiba se a sua série está em exibição no canal e aproveite e descubra novas opções de programação!

Veja como ficou a grade de programação clássica da Rede Brasil:

Grade de Clássicos Julho/2014

Horário de Brasília

 Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Dom
12:30 Os Monkees  12:30
18:00 Sessão Animada  18:00
18:30 Sessão Desenho:
Mr. Magoo
A Pantera Cor-de-Rosa
Sessão Desenho:
Mr. Magoo
Piu-Piu e Frajola

Sessão Desenho Sessão Desenho Sessão Desenho 18:30
19:30 Agente 86 19:30
20:00 Jaspion Jiban Ultraman Sailor Moon Changeman Os Waltons 20:00
20:30 Zorro Batman Zorro Batman Zorro 20:30
21:00 A Mulher Maravilha Terra de Gigantes James West Ilha da Fantasia Perdidos no Espaço Agente 86 Os Pioneiros 21:00
22:00 Magnum Baretta Casal 20 Profissão: Perigo Kojak 22:00
 Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Dom

A emissora informa que pode ainda haver modificações nesta nova grade.

A faixa das 21h, continua sendo chamada de “Séries de Ouro” e a das 22h, “Os Detetives”. Já a faixa das 20h30, com Zorro e Batman, ganhou o nome de “RB Aventura”.

Com estas estreias, a Rede Brasil deixou de exibir as seguintes séries: FlashmanJirayaO Incrível HulkKung FuO Túnel do TempoBonanzaA Super MáquinaO Homem de 6 Milhões de DólaresA Mulher Biônica.

Speed RacerScooby-Doo também estão deixando a programação, mas há possibilidades de que algum delas possa ser exibido na “Sessão Desenho” e “Sessão Animada”.

Para ver a lista completa de emissoras que retransmitem a Rede Brasil, acesse: www.rbtv.com.br/rbtv.pdf.

 

FILMES:

CINE REDE BRASIL

Além dos grandes seriados o canal tem sua sessão de cinema exclusiva para exibição de filmes antigos e de enorme sucessos de Bilheteria!

É a principal sessão de filmes da Rede Brasil, uma atração alternativa para aqueles que gostam dos clássicos do cinema mundial.

Dia de transmissão: Domingo
Horário de transmissão: 20h00
Classificação indicativa: Livre

 

Sintonize a RBTV!

A Rede Brasil é uma emissora aberta de televisão brasileira, sediada em São Paulo. Entrou ao ar em abril de 2007 e, ao longo do tempo, vem ampliando sua cobertura, com programação baseada em variedades, notícias e filmes. Mas seu grande diferencial é o resgate de diversas séries e desenhos animados que fizeram sucesso nos anos 1960, 70 e 80.

A emissora também transmite sua programação pelo site aovivo www.rbtv.com.br. Para quem não é assinante das operadoras citadas, a Rede Brasil também pode ser sintonizada por antenas parabólicas em qualquer lugar do Brasil, apontadas para o satélite Star One C1.

Há também diversas repetidoras VHF e UHF pelo país. Na Grande São Paulo, por exemplo, a Rede Brasil pode ser vista pelos canais 50 UHF e 56 digital (virtual 10.1).

O Canal Aberto Rede Brasil (RBTV) está disponível em todas operadoras de TV Por Assinatura (exceto Nossa TV) devido a lei da Ancine,  autorizada pela Anatel com a distribuição de canais abertos em todos os line-up das operadoras que carregam pelo menos um sinal de rede aberta. Confira o canal na sua Operadora de TV A Cabo:

Para saber mais acesse: RBTV.COM.BR

 

FONTE: Site RETRÔ TV/ e Site oficial  do Canal (www.rbtv.com.br)

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